O episódio começa com o Doutor e Donna chegando no que ele acha que é Roma, no primeiro século da nossa era (Anno Domini). Um terremoto e fumaça saindo de uma montanha levam ele a entender que houve um "pequeno" erro de cálculo (para variar): Eles estão em Pompéia, em 23 de agosto de 79. Ou seja... 1 dia antes da fatal erupção do Monte Vesúvio que soterrou a cidade. Quando voltam ao TARDIS, descobrem que ela foi "vendida" para um certo Lucius Caecilius Iucundus, negociante e escultor de mármore.
Logo o Doutor descobre que aquilo é para um conversor de energia que os Pyroville estão desenvolvendo. Lucius (o vidente) manda um desses "monstros" para matar o Doutor, ao mesmo tempo em que Donna é sequestrada pela Irmandade. O Doutor consegue libertá-la, foge a partir do santuário da Irmandade e vai parar no meio do Monte Vesúvio. O vulcão é usado pelos Pyrovilles para transformar a humanidade em seres semelhantes a eles, com o objetivo de conquistar a Terra. O vulcão não entrará em erupção com o conversor de energia em funcionamento, e num dilema moral, ajudado pela Donna: Se ele desliga o conversor de energia, o Vesúvio entra em erupção, mata quase toda a cidade de Pompéia, mas salva a humanidade. Do contrário, a humanidade está ameaçada.
O Doutor desliga o conversor, mas salva a família do escultor de mármore, graças à Donna (que implora). Surge daí a criação da palavra "vulcão", e em Roma, posteriormente (6 meses depois), e Evelina tem uma vida social, seu pai mantém um negócio próspero, e seu filho Quintus quer ser um doutor no futuro. E o Doutor, e Donna são adorados como os deuses domésticos daquela família, na forma de pequenas estátuas.Bem... O episódio não é lá muito brilhante, mas mexe com um dilema moral. Como dissemos na semana passada, a Donna torna-se uma companheira mais interessante justamente por não ter interesse romântico no Doutor, e ela questiona suas atitudes mais vezes. E essa é uma delas: Quem decide sobre a vida e a morte das pessoas da cidade de Pompéia? Situação curiosa, mas que não dá muito espaço para discussões. Tirando isso, nada de muito novo, o "alienígena malvado da semana", uma inserção histórica sem mudar o fato, essas coisas. Eu gostei, é divertido... E só. Vamos às curiosidades:
- O episódio foi filmados nos célebres Estúdios Cinecittà, em Roma, em setembro de 2007. Pela primeira vez a série relançada foi filmada em um estúdio que não fosse na Grã-Bretanha.
- Ocorreu um incêndio, que atrapalhou a produção do episódio.
- A Proclamação das Sombras é novamente citada pelo Doutor ao falar com os Pyroville.
- A Cascata Medusa é referenciada.
- O Doutor deixa escorregar que teve uma parcela de responsabilidade sobre o Grande Incêndio de Roma. Ou seja, não foi Nero o incendiário?
- O Doutor já foi até Pompéia, num áudio drama, não- canônico. Era o Sétimo Doutor, e a companhia, Melanie Bush.
- Os planos desse episódio iniciaram-se após os produtores assistirem um documentários sobre os últimos dias de Pompéia. Mas a idéia ficou arquivada por três anos - eles viram por ocasião da 1a temporada!
- Os Pyroviles foram chamados antes de Pyrovillaxians e Pyrovellians.
- Há piadinhas linguísticas, como há nos quadrinhos do Asterix, como: Lucius Petrus Dextrus ("Lucius Braço Direito de Pedra"), TK Maxximus, e Spartacus.
- Um elogio que cabe por muitos à Donna é que ela humanizou o Doutor, ao ajudar a ele a lidar com a situação do dilema moral, onde sempre há perdas. Afinal, esse é o motivo do Doutor viajar com companhias: Para lidar e entender outros pontos de vista, e ter alguém que o puxe à realidade, caso seja necessário.
- Para fazer esse episódio na Itália, vários problemas aconteceram: Atraso no caminhão com equipamentos, equipe de efeitos especiais retida, um incêndio, pouco tempo de locação (48 horas), entre outras coisas.



Uma sequência de assassinatos em Cardiff fazem Jack solicitar a ajuda de uma especialista médica da UNIT, a doutora Martha Jones (sim, ela mesma!). Ela chega à base, e Jack declina algumas coisas sobre o passado de Martha. Jack, depois, a sós, fala com Martha que, se ela estivesse procurando emprego, que falasse com ele. Ela responde que a UNIT a contratou. Eles informam à Martha que ela era necessária, e foi recomendada por uma "fonte impecável" (quem será? Hein? Hein? Hein?). Jack sugere que o Doutor (sim, ele mesmo) deve ter pensado que ele devia um favor à Martha.

O episódio (e a temporada) começa(m) com uma velha conhecida nossa, a noiva em fuga: Donna Noble! Sim, a companheira do Doutor no especial de Natal de 2006 (
Os planos de Foster são acelerados quando o Doutor a ameaça, invocando as leis galácticas e ameaçando informar a "
No fim, Donna aceita agora viajar com o Doutor, e já pega a mala pronta, que estava guardada no seu carro. Ela deixa o carro num canto seguro, esconde as chaves para que sua mãe, Sylvia, as encontre facilmente. Ela ainda pede a ajuda de uma mulher loura para ajudar a sua mãe a encontrar as chaves. No final, vemos que essa mulher é... Rose Tyler! (E cérebros fragmentam-se como patê). Ela some de vista conforme caminha para longe. Na cena final, Donna pede para sobrevoar sobre a cabana do seu avô, que a vê e a saúda, contente que a neta encontrou o que tanto queria.
Torchwood tem um novo membro: Adam, que na verdade está na equipe há 3 anos - e a gente não sabia. Só que a sua presença muda a equipe dramaticamente:


O episódio começa com 