quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

SAVING GRACE 1x1 - Pilot

Uma série com Holly Hunter que se passa no interior dos Estados Unidos. Acho que nada poderia me chamar mais a atenção quando vi o anúncio.

Grace é uma mulher sem muito destino, que dorme com um homem casado chapada e tem um vizinho que adora vê-la tomando banho. Você nunca diria que estou falando de uma policial, diria? Pois é. Mas tem um homem que começa a observá-la de perto. E de asas.

O legal da série já é a trilha, já que tem várias bandas cantando temas com o nome da série. Tem rap, country, folk...

Grace atropela um homem, e pede a ajuda de Deus. Earl, um anjo, aparece, e a leva para o topo do Grand Canyon. E Earl tem sotaque caipira! Yay! E masca tabaco! Yay!

A partir daí, a história se torna uma questão de fé, de acreditar no que não se via e agora se vê, e se sente.

A única coisa que não curti até o momento é que, do nada, passam a usar rock pesado alemão. Cadê o country?!?

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

THE SARAH CONNOR CHRONICLES 1x3 - The Turk

O episódio de Sarah Connor começa com um evento da época do segundo filme, com Sarah no sanatório tendo alucinações. Muito bem sacado. Essa sensação de não ter de entender toda uma nova cronologia, mas sim lembrar o que já viu, é muito bom. Permite à série seguir sem explicar tudo.

Engraçado, pra começar, é o tempo que Lena Headey leva para falar "Previously on Terminator - The Sarah Connor Chronicles". Além disso, a Fox tenta vender uma imagem sensual de Summer Glau, com cenas de lingerie e tudo mas, além dela ser um robô (é, frio, sem emoção... você sacou), não a acho tão bonita.

Pergunta: como você passa um Exterminador por um detector de metais?

Não sei se já falei, mas a produção da série é de alta qualidade. Nem parece uma série iniciante.

Aqui, Sarah decide procurar os possíveis criadores da Skynet, enquanto Cameron e John precisam começar a vida em um novo colégio. Aquele apelo teen pra conquistar a todos. Enquanto isso, tem alguém misterioso que procura um cientista com uma teoria terrível.

E já falei que a Lena Headey é linda?

THE WEST WING 1X4 - Five Votes Down

A política é feita de barganhas. Ajude-me a conseguir o que eu quero, e eu te ajudo a conseguir o que você quer.

Isso fica bem claro neste ótimo episódio. Quando cinco congressistas desistem de votar a favor de uma lei de controle de armas, a equipe da Ala Oeste sai numa louca corrida para trazê-los de volta para o lado do governo.

O curioso é que, como infelizmente é muito comum na ficção e fora dela, a maioria dos congressistas toma esta decisão movida por interesses pessoais – um deles decide votar contra o projeto simplesmente porque se sentiu "esquecido" pelo presidente, e troca seu voto a favor por uma partida de xadrez com Jed Bartlet diante da imprensa.

O ponto decisivo para a aprovação do projeto (ou pelo menos assim parece para a imprensa), porém, é a interferência do vice-presidente Hoynes. Seu argumento para convencer o líder dos congressistas renegados não poderia ser mais político: "Quero seu apoio neste projeto porque um dia vou ser presidente dos EUA, e você não."

No meio de toda esta atmosfera de corrida contra o tempo, Leo ainda tem que lidar com outro problema: cansada de sempre perder para o trabalho na lista de prioridades do marido, sua esposa decide deixá-lo.

E a melhor frase do episódio é: "O presidente tem um coração de ouro. Ele não é um homem rancoroso...mas me paga para ser", dita por Josh a um dos congressistas renegados.

sábado, 26 de janeiro de 2008

BOSTON LEGAL 4x1 - Beauty and the Beast

"Vinícius, por que você começou a comentar Boston Legal do final da 3a temporada e já partiu pra 4a?"

Bom, basicamente porque vi parte da 3a na Fox, e pretendo revisar os que vi depois (sim, uma das MaratonasFSS). E porque eu não vi as temporadas anteriores.

Quando a 3a temporada acabou, foi anunciado que Boston Legal trocaria 4 membros do elenco fixo, e eles não estavam brincando. A 4a temporada, que já abre com uma ótima cena de William Shatner, tem várias caras novas no elenco, exceto Jerry e Clarence (sim, os dois esquisitos continuam!), Shatner, James Spader e Candice Bergman como Shirley.

Já falei como a música de abertura contagia? Não tem como não cantá-la.

Uma das novatas, Katie Lloyd, me lembra a Blossom, do seriado homônimo. Bonitinha e tal. E dividirá o escritório com Jerry, que parece ter gostado da moça. O problema é que ela já começa pegando um caso meio difícil pra quem acabou de se formar... E que surpresa é ver quem é o novo promotor-assistente! Brad Chase não só teve um filho como deixou a firma para ir pro outro lado, mas acaba ajudando a novata.

Já Carl Sack, o sócio que se mudou pra Boston, não gostou nada do que viu, e Denny Crane não gostou nada dele. E agora é Clarence a primeira "vítima" de Sack.

E quem é a outra novata? Uma ex-namorada de Alan Shore. Ééééé... Já viu no que deu, né?

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

BOSTON LEGAL 3x24 - Trial of the Century

É a PRIMEIRA vez que vejo Denny Crane advogando! Milagres acontecem! Ele vive dizendo que é invicto, mas nunca o vi provando isso, até agora. Tanto que ninguém mais acredita que ele é o que já foi, já que só tira sarro de tudo.

Se o assunto do episódio anterior era profundo, esse é raso. Demais. Digo, tem dois garotos que podem ter matado o pai e uma mulher que perdeu no jogo.

Alan Shore recebe um envelope estranho, com uma camisinha usada.

Melhor que isso é Jerry e o travestido trabalhando juntos em um caso. Os dois estranhos. E eles conseguem uma informante - que só fala russo! Excelente, Smithers!

BOSTON LEGAL 3x23 - Duck and Cover

Boston Legal, spin-off de The Practice, em nada se parece com seu antecessor. Enquanto um mostra advogados sérios, esse mostra advogados fanfarrões. O melhor, claro, é Danny Crane, personagem de William Shatner. Esse eu mal vejo trabalhando realmente. E, devo dizer, não consigo parar de rir vendo os episódios da série (que a Fox batizou de Justiça Sem Limites).

Nesse episódio, ele decide roubar a Taça Stanley pra colocar seu nome por ter emprestado o protetor genital a um jogador campeão em 88.

Denise e Brad vão se casar, mas o FBI vai prender o padre, que abriga imigrantes ilegais. Mas o melhor é Shatner dizendo: "Ei, vão com calma, é a palavra de um garoto contra um homem de Deus". O casamento não acontece porque o padre vai preso. Isso ninguém imaginava! hehe

Agora, alguém me responde como um pato pode ser tão engraçado em filmes sem fazer nada? O melhor é quando Shatner atira com bala de festim no pato no meio de uma negociação.

Melhor que isso é o padre conversando com Alan Shore.

- Sabe o que gosto de fazer quando tudo parece perdido?
- Rezar?
- Subornar.


Uma coisa interessante sobre Boston Legal é que, enquanto fazem piadas, discutem os assuntos mais sérios possíveis. No caso, imigrantes ilegais. Alan Shore (James Spader) é quem mais discursa e debate estes assuntos, no tribunal e fora dele. Seus discurso de encerramento são monólogos escritos de forma genial. São sempre lições de como tocar em certos assuntos. Ou em todos os assuntos.

Em relação a imigrantes, eu devo dizer que, se não fosse por imigrantes, eu seria metade do que sou hoje. Não teria a metade da minha mãe, já que meu pai nunca teria deixado a Itália, e eu estaria dividido em dois, sem imaginar como seria ser Vinícius Arebola Schiavini. E esse é um dos piores pesadelos que eu poderia ter, já que ser quem sou é um dos meus maiores prazeres e orgulhos.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

CSI 1x11 - Bull

Abelhas, baratas, cachorros e, agora, touros. O mundo animal invadiu CSI! É um fato, já que a quantidade de humanos está diminuindo: Sara se foi e Warrick está suspenso, depois que Grissom lhe coloca em xeque - "Ou aceita a suspensão ou está demitido".

Apesar de ter os outros, Nick está ganhando destaque ultimamente, ainda mais nesse episódio, todo com a temática country, que é a cara dele.

E não há uma, mas duas histórias rolando pela temporada: das abelhas (os produtores disseram que algo vai rolar) e do mafioso com "amigos" na polícia. É esperar pra curtir. Infelizmente, a greve parou tudo...

CSI 8x10 - Lying Down with Dogs

Se tem um animal que não consigo ver sofrendo, chorando, coisa assim, é o cachorro. Ainda mais ser colocado em um "ringue"? Apanhar e nem entender o por quê? Não, não dá. Eu já vi filmes da Disney que detestei só por causa do cachorro. Disney!

Como diz Nick, deveria ser ilegal treinar cães pra briga.

Quando alguém se faz de pessoa da sociedade para cometer atrocidades na escuridão, quem é o animal irracional?

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

THE WEST WING 1X3 – A Proportional Response

Quer transformar um pacifista no senhor da guerra? É só fazê-lo levar um ataque terrorista para o lado pessoal.

Quando o governo da Síria derruba o avião em que o médico do presidente ia para a Jordânia, Jed Bartlet não se satisfaz com uma "resposta proporcional". Lamentando que cidadãos americanos não possam andar pelo mundo em segurança, ele deseja uma resposta desproporcional. Dá até calafrios ver Bartlet falando como George W. Bush, mas felizmente o presidente da ficção tem Leo McGarry para convencê-lo de que "sim, você pode fazer como Carlos Magno e conquistar o mundo, matando todos que se opuserem de você. Mas é melhor começar por mim...porque serei o primeiro a recrutar um exército para detê-lo". O equilíbrio do mundo é delicado, e uma "resposta desproporcional" chutaria este equilíbrio para longe. Em política, como bem disse Leo, não há o que é bom, mas o que é possível.

Vemos que, por mais "paizão" que tenha sido nos primeiros episódios, o presidente dos EUA também é humano – e, por causa desta humanidade, ele quase põe tudo a perder.

Além do conflito de Bartlet, este episódio traz dois pontos de atenção futura: a estréia de Dulé Hill (que atualmente interpreta Gus em Psych) como o assistente pessoal do presidente e uma hilária cena no começo com C.J. surpreendendo Josh em sua sala, afirmando saber do encontro de Sam com a prostituta.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

THE SARAH CONNOR CHRONICLES 1x2 - Gnothi Seauton

Bom, todo mundo conhece os filmes do Exterminador do Futuro. A série Terminator - The Sarah Connor Chronicles se passa no universo dos filmes a partir do segundo, mas criando uma nova linha temporal para explorar mais a figura de Sarah Connor (Lena Headey, de 300), que deve salvar o filho John (Thomas Dekker, de Heroes), destinado a salvar o mundo dos robôs maléficos.

O piloto me impressionou pela sua excelente qualidade, e conseguiu boa audiência lá fora. Enquanto John tenta levar uma vida normal, surge Cameron (Summer Glau), uma Exterminadora que foi enviada para salvá-lo. É, como o Swarza antes.

Gnothi Seauton quer dizer "conhece-te a ti mesmo", e é sobre isso o episódio, quando Sarah questiona o que ela sabe dela mesma com tanta luta e tanto problema. Aliás, que Sarah linda. Benzadeus.

Sabe uma coisa que muita gente esqueceria de colocar na edição? Nas lutas entre Exterminadores, o som de metal batendo em metal. Edição de som ótima.

No começo, não ficava bem explicado como Sarah Connor está morta no terceiro filme e viva no seriado, ainda mais com o plot twist do piloto, mas isso é logo explicado. Problema cronológico resolvido!

E é bacana ver a robô tentando se adequar aos costumes humanos, assim como rolava nos filmes.

[Para ver minha resenha sobre o piloto, acesse a coluna no www.jovemnerd.com.br, no texto "Apertem os cintos, o piloto vazou".]

GOSSIP GIRL 1x11 - Roman Holiday

E voltamos com Gossip Girl. Por conta das férias, esse episódio ficou no meu "TiVo" até agora, mas é um episódio de Natal.

Claro que Natal por lá é igual a todos os outros eventos, cheios de requinte e dinheiro. Mas o melhor foi Lex Luthor, pai da Blair (que já foi apaixonada pelo House), ter um caso com o italiano que namorou a Rachel, de Friends.

(Você não entendeu nada, né?)

Engraçado que metade do elenco adolescente não está ("foi pra ponte que partiu", "viajou pra Mônaco", e o restante fica numa ladainha de "ah, mas esse presente é muito caro". Catzo, se minha namorada fosse rica e quisesse gastar comigo... bem, eu deixaria! Aliás, minha namorada querendo gastar comigo, mesmo não sendo rica, eu deixo e pronto. O pão-duro sou eu (pero no mucho).

HOUSE 4x9 - Games

E chegou a hora da prova final! 4 candidatos, 2 vagas. Quem fica na equipe de House?

É essa a pergunta que ecoa durante todo o episódio, enquanto os candidatos se atropelam para solucionar o problema de um guitarrista drogado. Mas o problema dele só piora, até todos saberem que era algo simples.

Cameron, Wilson, Foreman, Chase e Cuddy dão suas opiniões de quem deveria ser contratado, mas a decisão final é de House, que decide fazer uma última jogada - sempre aquelas jogadas sacanas que a gente adora, sabe? Pois é.

O problema é que agora vai demorar pra sair episódio novo da série - o próximo sai nos States no final de janeiro...

HOUSE 4x8 - You Don´t Want to Know

Um mágico que começa a sangrar e desmaia no meio de seu ato. Bááásico, tirando que por sorte tinha dois dos ajudantes de House (cada vez em menor número) na platéia.

O interessante não é isso, mas a "prova do líder" que House cria: quem lhe trouxer a calcinha da Cuddy ganha imunidade e indica dois para o "paredão". Sim, pelos termos você já sabe que reality show House parodiou agora.

É legal porque os candidatos fazem de tudo pra conseguir a calcinha, inclusive ativar o sistema de incêndio da clínica (mas outro candidato a segurou na sala para Cuddy não se molhar). Porém, no final, House prova que quem cria e quebra regras é ele, e somente ele. Uma boa lição.

HOUSE 4x7 - Ugly

Já veio gente me perguntar se havia algum motivo para colocar os títulos dos episódios em inglês.

Bom, na maioria dos seriados, o nome do episódio nem aparece, a não ser no menu do DVD. House é um desses casos. O Universal Channel, que exibe House, Monk e Heroes, pra ficar em alguns exemplos, ainda coloca os títulos traduzidos. Mas como não é todo mundo que tem o UC, não dá pra se basear em um canal. Então pego a fonte original e pronto, sem erro.

Depois dessa intro, vamos ao caso de um garoto com uma deformidade no rosto que lhe dá o apelido de "garoto-elefante" (um doce pra quem adivinhar que médico manco o chama assim). O problema é que está sendo realizado um documentário de como o garoto será salvo por House.

Eu chamo de problema porque, a partir daí, quase nenhum dos ajudantes de House age naturalmente, querendo chamar a atenção e até mesmo passar a perna no chefe. A única exceção é a bela 13 (ah, 13...), que fica no seu ritmo normal. Por conta disso, é ela que descobre a doença do menino, aos 45 do segundo tempo.

Por outro lado, House manda pérolas como "me tornei médico depois de ver 'Patch Adams'", sempre irritado com a presença das câmeras, já que ele mal vê o paciente, quando mais aparece por aí.

HOUSE 4x6 - Whatever it Takes

House é contatado pela CIA, que precisa que ele salve um de seus agentes. Ou seja, referências a Arquivo X e 24 Horas logo de cara.

Enquanto isso, os seus ajudantes, liderados por Foreman, cuidam de uma corredora. O diagnóstico de Foreman é contestado pelos outros, que querem mostrar serviço, claro.

O lado de House cai pelo humor a partir do momento em que Cuddy e Wilson não acreditam que ele está com a CIA. Além disso, tudo envolve a nossa brasileiríssima castanha-do-pará, que Hugh Laurie fala corretamente. Ponto pra ele!

Já o lado de Foreman envolve apenas as questões médicas, e até onde os candidatos estão dispostos a chegar para convencer House de que são bons. Brennan, um dos candidatos, chega ao ponto de envenenar a paciente para fazer parecer que era uma doença mais séria que a real - aquela que Foreman diagnosticou. Para encerrar, House manda uma frase da qual Foreman não poderia reclamar:

"Deixei Foreman no comando por um motivo. Vocês deveriam escutá-lo."

HOUSE 4x5 - Mirror Mirror

O que você faz quando encara seus medos, problemas e defeitos no espelho?

Com uma doença estranha, é isso que a série coloca neste episódio, já que o paciente começa a imitar a pessoa de maior autoridade perto dele. Por conta disso, cada um dos assistentes do House vai separadamente.

E isso inclui Foreman, que Cuddy resolve recontratar (Chase e Cameron não saíram do hospital - Cirurgia e PS, respectivamente) para a equipe de House. Foreman a princípio reluta, mas seu reflexo no paciente lhe diz que ele gosta de ficar lá e aprender de forma diferente cada caso.

Ao contrário de todos, House fica seguro ao se ver refletido. Sabe o que encontrará. Sabe seus defeitos, e os enfrenta. Mas tudo fica divertido quando ele e Cuddy são colocados na sala para ver quem tem mais autoridade - ou seja, quem será imitado.

HOUSE 4x4 - Guardian Angels

Uma mulher acha que está sendo violentada pelos cadáveres do necrotério, e depois fica conversando com a mãe dela, que já está morta.

Não, senhoras e senhores, isso não é filme de terror. É House!

O melhor é a sacada de House, que resolve dizer oi através de um viva voz, saindo um "Bom dia, Panteras" no melhor estilo do seriado As Panteras. Mais hilário impossível. Além disso, ele chama o mórmon de "Amor Imenso", título do seriado da HBO onde um mórmon tem várias esposas.

Bom, o doutor se diverte, e a gente também, com o jogo com os candidatos, sempre fazendo referência a algum reality show. Desta vez, as rosas para os que iriam continuar remetem a The Bachelor. É impossível querer só prestar atenção no lado médico quando Hugh Laurie demonstra que ele mesmo está curtindo todo esse lado de "jogo" da eliminação dos candidatos.

Pra quem fala que o House é rabugento, é bom ver este episódio de novo.

PUSHING DAISIES 1x9 - Corpsicle

E voltei apenas um período de férias, e voltei já com vontade de assistir à possível season finale de Pushing Daisies. O descanso foi bom e proveitoso na praia, só curtindo o Sol e a TV a cabo.

A season finale traz uma recapitulada no que aconteceu no passado de Ned e Chuck para explicar a situação atual dos dois. O interessante é que, se preparando para a parada, tudo começa a se fechar como em um verdadeiro final de temporada.

Enquanto Emerson tenta investigar um crime, Chuck lida com o que lhe foi revelado e Ned tenta lidar com Cuck e seus sentimentos. Com várias tramas, o episódio passa rápido, e a participação de Pee Wee fica melhor ainda. Só ficou faltando a vizinha chata.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

THE WEST WING 1X2 - Post hoc, ergo propter hoc

O primeiro episódio "oficial" da série mantém o altíssimo nível apresentado no piloto.

Somos apresentados a John Hoynes, vice-presidente, que "cansado de apanhar por causa de Bartlet" dá uma polêmica declaração sobre uma lei a ser votada pelo Congresso – e arranja briga com Leo McGarry, chefe de equipe do presidente, por isso.

Enquanto comemora a demissão de sua ex-namorada do gabinete de um senador, Josh faz campanha contra a contratação desta para o departamento de comunicação da Casa Branca. Não que adiante muito, já que Leo nem cogita outros candidatos para a vaga – e adivinhem para quem sobra ir até o escritório da moça fazer a proposta...

Sam decide contrariar os conselhos de Josh e Toby, e ir ao encontro da prostituta com quem saíra no piloto – a única história deste episódio, aliás, que segue no decorrer da série. Resultado: o cara vai ao restaurante em que conhecera a moça e provoca um vexame ao encontrá-la na companhia de outro executivo.

PS: para quem ficou curioso com o significado do título do episódio, trata-se de uma frase latina que significa "depois, portanto em conseqüência de".

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

THE WEST WING 1X1 - PILOT

The West Wing é sensacional. Pronto, falei. O tema – uma série mostrando os bastidores da Casa Branca – parece um porre à primeira vista, mas Aaron Sorkin (o mesmo criador da infelizmente cancelada Studio 60 on the Sunset Strip) transforma em ouro o que nas mãos de qualquer outro viraria um sonífero de quarenta minutos de duração. Os roteiros brilhantes de Sorkin, que participou da elaboração dos roteiros de 21 dos 22 episódios desta temporada inicial, são os principais atrativos da série. Os protagonistas carismáticos, as conversas "on the run" (com os personagens circulando pelos corredores da Casa Branca), os diálogos primorosos, as atuações fenomenais e a produção caprichada fizeram da série um sucesso durante sete temporadas.

Os personagens – membros do staff do presidente fictício Josiah "Jed" Bartlett – não têm exatamente vidas fáceis, e isso fica claro desde o comecinho do piloto. Todos querem a cabeça de Josh Lyman, chefe de equipe assistente, por causa de sua recente discussão em rede nacional com uma religiosa conservadora; o diretor de comunicação Sam Seaborn dormiu com uma bela mulher que por acaso é uma garota de programa...e o presidente dos EUA machucou a perna ao cair de sua bicicleta. Aqui, aliás, vale destacar o desenvolvimento dos personagens: somos apresentados a todos eles enquanto recebem a mensagem "POTUS (acrônimo de President Of The United States) sofreu um acidente de bicicleta". Só depois que todos foram apresentados vamos descobrir quem é POTUS e qual é sua ligação com todos eles.

Aliás, o presidente – interpretado por Martin Sheen – é sempre mencionado mas quase não aparece neste piloto. Quando afinal o faz, porém, é uma surpresa agradabilíssima: passando pouco menos de dez minutos na tela, o político mais poderoso do mundo mostra uma imponência que dá até raiva do atual ocupante da Casa Branca. Nem parece que ele surge na tela vestido num moletom surrado e andando apoiado numa bengala.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Mad Max na área

E aí pessoal!

Diretamente da Sala de Justiça, eu, Tiago “Mad Max” Andrade, chego para ajudar o Schias na missão de informá-los sobre as melhores séries de ontem e hoje.

A princípio, vou falar de uma das minhas séries favoritas: The West Wing, a já clássica criação de Aaron Sorkin (Studio 60 on the Sunset Strip) que mostra os bastidores da Casa Branca.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

SMALLVILLE 7x9 - Gemini

E Clark anda ocupado, sumido... Suspeito?

Os produtores aprenderam que o "teaser", a cena pré-abertura, pode ser tenso e já dando o foque do episódio. Isso porque, muitas vezes, a cena fica em "Clark comendo pão", o que não chama a atenção. Interessante que a premissa é simples, mas eficiente. Como nunca pensaram nisso? Toda a tensão, todo o suspense, todo o decote... ops, sorry, Durance.

Clark, por que você ficou tão interessado nas pesquisas da Lana, no projeto Scion e etc?

Interessante como Lex fica dizendo que mudou, mas ainda tem trezentos e cinquenta projetos secretos diferentes... Aqui, é o Projeto Gemini, envolvendo clonagem. Bacaaaana. Certas coisas não mudam.

Pelo menos Chloe ganhou um pouco mais de espaço. Aleluia. E ela ficou encucada por algo que talvez nem precisasse ficar encucada. Pelo menos o poder dela foi explicado.

"Merry Christmas, I am your boss." - Frase da vez.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

SMALLVILLE 7x8 - Blue

Pra começar: se o DNA da Lara-El foi tirado dela ANTES dela decidir o nome, como ela o reconheceu de cara?

Bom, já falei que Helen Slater está linda, né? Só pra constar.

A Chloe tem sido a personagem menos aproveitada em tramas imediatas, mas a mais importante por conta das informações que tem acumulado. Alguma hora isso pesará. Até porque a personagem agora surgirá nos quadrinhos, conforme já anunciou o escritor Kurt Busiek.

Como tem acontecido, a porrada anda comendo solta sem muitos "olha, estou chegando". Ótimo. Era o que a série precisava, numa sétima temporada.

Isso, claro, somado à kryptonita azul...

Na boa, que família..!

Que consequências ter um tio psicótico e uma mãe messias haverão para Clark, para a doce e bela Kara e para um "ser diferente do normal"?

SMALLVILLE 7x7 - Wrath

Confesso que quando eu soube da idéia deste episódio achei besta por ser repetido, mas confesso que gerou umas boas piadinhas.

Por exemplo: Clark precisa se segurar quando Lana tem a mesma resistência que ele?

No começo da série, Eric Summers pegou os poderes de Clark e começou a ficar atormentado. Ele ficou conhecido como "Superboy". O engraçado é que o ator de faz Jimmy Olsen, Aaron Ashmore, é irmão gêmeo de Shawn Ashmore, que fez Summers, e ninguém nunca citou a semelhança...

Enfim.

Um grande vilão está pronto para voltar, e Lana está prestes a se tornar uma grande vilã. Toda cheia de segredos e conspirações... isso não é legal, e Clark não faz idéia alguma do que ela planeja.

O melhor da série sempre esteve nos diálogos Clark/Lex. Quando eram amigos, pura cultura e apoio, mas agora é um confronto com palavras inspiradas. Sempre excelente. As palavras de Lex para Lana também são bem ponderadas, mas não suficientes.

Claro que, no final, a sempre tristonha Chloe deu a palavra. Fatality.

SMALLVILLE 7x6 - Lara

Quem diria... Laura Vandervoort está aprendendo a interpretar! Hooray!

Engraçado que, enquanto a quinta e a sexta temporadas desandaram, esta está melhorando consideravelmente. Creio que os produtores e roteiristas decidiram arriscar mais, e a trama toda está mais extraordinária, até parecendo quadrinhos.

No roteiro, Kara chama um cara de "Secret-Agent-Man". Esse é o codinome do maior informante da produção da série. Gostei da citação.

Enquanto isso, Helen Slater continua linda, e os flashbacks ajudam bastante a entender muita coisa sobre Kal-El ser enviado para a Terra. Mas que revelações o episódio trouxe, hein?

SMALLVILLE 7x5 - Action

Desde a 1a temporada, é citado um gibi chamado "Warrior Angel", que conta a história de um rapaz de uma cidadezinha que vai defender o mundo do mal. É o herói preferido de Lex, que ironicamente se tornará o mal que o verdadeiro Warrior Angel enfrentará.

Os produtores aproveitaram e, agora, um filme de Warrior Angel é filmado em Smallville, dando chance para "acidentes". Claro que temos Clark na área para salvar a mocinha (do filme), que quer se tornar a mocinha (do seriado).

Depois de 4 episódios, Lionel Luthor reaparece! Hooray!

A melhor do episódio é: "Blogs, fóruns...tudo isso é muito extremista". E, claro, o fato de Lex ser um tremendo fã do gibi e manter todos guardados em vidrinhos. Claro, e usando todas as metáforas possíveis ligadas ao Super. TO-DAS.

A quesão é como uma adaptação para outra mídia "deturpa" o herói. Muita gente critica filmes, seriados e desenhos animados (incluindo aqui Smallville) por não serem extremamente fiéis ao original nos quadrinhos, o que as vezes é impossível. Alguns fãs não aceitam o fato de que adaptações e mudanças são até legais. Sem isso, não existiriam Chloe e Lionel Luthor, e Lionel é um dos meus personagens favoritos. Os dois irão para os quadrinhos. Chloe entrará em breve, e Lionel foi adicionado à cronologia já morto.

sábado, 15 de dezembro de 2007

SAMANTHA WHO? - 1x9 - The Break Up

Samantha está apaixonada, e é "amor de p", como diriam os "machos de respeito". Com isso, temos uma mulher mais maluca que o normal, e tomando um espaço que talvez não seja dela ainda...

Com isso, como diz o título, vem o rompimento, e a primeira decepção. O interessante é como o Frank, o porteiro, ajuda sem falar muito.

Mas é difícil saber o que os produtores pretendem, porque as vezes a história parece que dá voltas e voltas, numa tentativa de dar gás para várias e várias temporadas.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

MONK 6x3 - Mr. Monk and the Naked Man

Monk tem um sério problema com naturismo. Provavelmente toma banho de capa de chuva. Imagina agora Monk em uma praia de nudismo.

Além disso, temos Alfred Molina, também conhecido como Doutor Octopus, participando com um forte sotaque. Adoro esse ator.

O grande problema do Monk é que ele as vezes é tendencioso demais, motivo por suas fobias e manias. Nesse caso ele força a barra para culpar o nudista. Até demais. Chega a irritar.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

GOSSIP GIRL 1x10 - Hi Society

Tava demorando.

Tava demorando para alguém aparecer dizendo que o relacionamento Dan/Serena era ridículo, que é só caridade da parte rica da história, bla bla bla... A pessoa aqui é Cece (cecê?), a avó de Serena, que é manipuladora ao máximo, no melhor estilo Julie Cooper (droga, tudo é comparável a OC?).

Engraçados os nomes do meio das protagonistas: Serena Celia e Blair Cordelia. Célia é o nome da minha madrinha, mas não combina com todas as mulheres, ainda mais as anglosaxãs.

O legal é que a avó de Serena é daquelas que dá vontade de dar porrada, sabe? Mente descaradamente, mexe com as pessoas... Adorei. Espero que a usem mais para que ela use os outros.

PUSHING DAISIES 1x8 - Bitter Sweets

Apesar de tudo ser fantástico, uma coisa do "mundo adulto" surge em PD: concorrência.

Quando uma loja de doces é aberta bem em frente ao Pie Hole, a coisa começa a esquentar, e Ned é o único que é contra qualquer tipo de ação nervosa.

Segundo fontes, a atriz que faz a dona da loja de doces pode se tornar fixa no elenco. Isso seria interessante, pois dá uma noção maior de que tipo de cidade se passa a história, já que até o momento conhecemos muito pouco.

O universo de Pushing Daisies é instigante. Quero saber mais.

GOSSIP GIRL 1x9 - Blair Wardolf must pie!

Eu sei, eu sei. Para quem não gosta de séries teen meio fúteis, esse blog anda muito... fútil. É que decidi assistir a todos os episódios e deixar a série em dia. Então, boas notícias para vocês: faltam dois, contando esse.

Em The OC, o grande lance era o Natanukkah, a mistura de Natal com Hanukkah (se escrevi errado peço desculpas) inventado pelo Seth. Agora é o Dia de Ação de Graças em Gossip Girl.

Deu pra perceber que, com o pedido de temporada completa, os produtores e diretores ficaram mais tranquilos e passaram a inventar mais. Aqui, flashbacks mostram como as coisas estavam diferentes um ano antes, com uma Serena bebum e amigona da Blair.

E o pai da Blair é o Lex Luthor!

O melhor do episódio, claro, ficou por conta dos adultos e seu passado, agora se revelando.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

PUSHING DAISIES 1x7 - The Smell of Success

Pushing Daisies mudou de abertura! Antes eram margaridas surgindo em um gramado, e agora é uma margarida voltando à vida com um toque. Gostei.

O fazedor de tortas tem sua origem revelada. Acho tocantes os flashbacks no começo de cada episódio, principalmente esse, que trata da saudade que Ned tem de sua mãe.

Aqui, temos o protagonista de Casal Gay (o SBT e seus títulos maravilhooosos...) como um especialista em cheiros que tentaram matar. Enquanto isso, Olive tentava reacender a chama da felicidade nas tias de Chuck, mas é difícil. As duas lutam contra os sentimentos que possuem.

E Chuck saindo do banho...ai ai.

Paul Reubens, depois de ter seu papel trocado, aparece como Oscar. Segundo os produtores, ele terá muita importância na série. É aguardar pra ver.

domingo, 9 de dezembro de 2007

GOSSIP GIRL 1x8 - Seventeen Candles

Eeeeeeeeeeee a mãe dos Humphrey apareceu! Ela não é o Jacob (de Lost)! Só que, claro, tudo é estranho. A família mais disfuncional dos riquinhos tenta se acertar, o que promete muito drama.

Enquanto isso, temos uma festa baseada em Guitar Hero. Ou seja, até os ricos possuem bom gosto.

Os vilões enfrentam problemas de relacionamento quando sentimentos são expostos, e eles são mais humanos que imaginamos. Chuck está se tornando um personagem interessante quando ele deveria ser o mais vazio de todos. Possui uma faceta humana que esconde sob uma fachada irônica e que gosta de arriscar.

Claro que o mais interessante de tudo é o poder que a Gossip Girl (Kristen Bell) tem com todo mundo. Essa sim sabe comandar. É a força da mídia, sempre dominando tudo. Tudo.

GOSSIP GIRL 1x7 - Victor, Victrola

Tudo está ótimo. Tudo está bem. Os mocinhos estão bem.

Ah...a felicidade enjoa na televisão? Nem sempre. Por mim teríamos séries e séries sobre os do bem se dando bem. Mas, claro, tem de haver um episódio com passagens de tempo. Senão não é algo by Josh Schwartz (escrevi certo?).

A que ponto chega alguém chapado? A que ponto chega alguém excitado? A que ponto chega alguém largado?

O ponto de GG que ainda não consegui desenvolver é qual é a função narrativa do Nate. Temos os dois mocinhos, temos os dois vilões, temos os mais velhos e temos a aspirante. Qual é a função de Nate? Com este episódio, parece que a resposta está surgindo.

Tens paciência para conferir?

GOSSIP GIRL 1x6 - The Handmaiden´s Tale

Se tem um tipo de festa para a qual eu teria vontade de ir, seria uma com máscaras. Acho divertido todo o lance de ficar anônimo no meio de todos. Quando posso, faço isso no Halloween. No primeiro ano do colegial,

Mas claro que, para isso, eu não agiria feito babaca, como acontece neste episódio. Basicamente todos resolvem agir assim, sem conversar de forma alguma.

Pelo menos a amiga/apaixonada de Dan, Vanessa, que acabou de chegar, pensa diferente, age diferente.

A piada básica é que um cara, na festa, fala que nunca pretende navegar por Newport porque é horrível. Newport é onde se passava The OC.

CSI 8x9 - Cockroaches

Quando usamos da ambição e do poder para pisar e sermos canalhas, quem são as baratas? Quem somos nós? Quem vive no lixo, ou morre nele?

Quando eu era criança, meu irmão Fabs e eu adorávamos jogar "Caçada às Baratas" no verão. Basicamente era matar a barata. Haviam duas formas: ou acertava e cortava a cabeça ou apenas cortava a cabeça, o que exigia mais sorte. Com o tempo, dava para fazer isso com o pé, mas basicamente íamos com pás.

Isso não é basicamente o que acontece no mundo cão? As pessoas não buscam a forma mais rápida de cortar as cabeças das outras? Isso é horrível, deprimente.

Essa filosofada é para falar de CSI, que volta depois de uma semaninha de folga com uma história sobre máfia dos clubes de Vegas + Warrick perturbado. Desde o divórcio, Warrick anda tomando comprimidos demais, falando de menos, irritadiço demais. Combinação preocupante.

O bom é que, aparecendo pouco, Grissom voltou ao seu estilo onipresente do qual eu sentia falta. Ele sempre está onde deve estar, sempre falando o que é certo e pronto.

Warrick é temperamental, e não esqueço um caso onde ele passa do ponto em uma discussão com Grissom que, sem mudar o tom, o tira do caso. Agora, com direito a cenas "doidonas", a coisa seria diferente? Ver pra crer.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

TIN MAN 1x1 - Into the Storms

Uma tempestade está vindo!

Esqueça os musicais bacaninhas do Mágico de Oz. Agora a coisa é diferente, adulta. Assim é Tin Man, mini-série (esperemos que deixe de ser mini) do Sci-Fi Channel americano. Uma super, hiperprodução, que não poupou em efeitos especiais. Aliás, as séries do Sci-Fi são todas riquíssimas visualmente.

Dorothy, aqui DG (Zooey Deschanel, irmã da protagonista de Bones, Emily), não é mais uma garotinha inocente, como ela mesma faz questão de ressaltar, mas sim uma moça esperta e de humor ácido. A Bruxa Má do Oeste é má, é do oeste, mas é linda de dar gosto. Já DG não é linda, mas é graciosa.

OZ aqui quer dizer Outer Zone, Zona Exterior. Bem sacado.

O Espantalho/Defeito (Alan Cumming) teve seu cérebro removido, e agora tem um zíper na cabeça, o que é engraçado. É engraçado também ver um ator que fez vários filmes agora estar em um seriado porque não arranja mais emprego.

O Homem de Lata (que é uma gíria) não é uma figura engraçada, mas sim a mais trágica de todas, ganhando uma profundidade e um motivo extraordinariamente forte para enfrentar a feiticeira Azkadellia. Já o Leão/Rude é uma das figuras mais interessantes. Lembra um Dhalsim.

Richard Dreyfuss interpreta o Mágico de OZ, aqui chamado de "Homem Místico". Nada menos que uma atuação excelente, claro.

Uma produção extraordinária. É o mínimo que se pode dizer de Tin Man. Mal posso esperar pelo segundo episódio.

SAMANTHA WHO? - 1x8 - The Car

Dirigir.

Um desafio para todo adolescente - e quem disse que Samantha não é uma, de certa forma? A forma como ela descobre as coisas e se descobre é uma espécie de re-puberdade.

Quando você quer mudar, o que o impede de que sua antiga personalidade volte? O que?

E já repararam como Andrea e Dena fazem os papéis de diabinho e anjinho nos ombros de Sam? É interessante como elas influenciam as decisões e ponderações da moça.

HOUSE 4x3 - 97 Seconds

Devo dizer que não só o House está excelente nessa temporada.

Os roteiristas conseguiram criar uma série de candidatos interessantes, com suas personalidades diferentes. Claro que a 13 (a bela Olivia Wilde) já ganha destaque, mas todos são muito instigantes.

Além disso, claro, temos um House pouco se importando com o paciente que está sendo objeto da disputa entre os candidatos, mas sim com uma intrigante questão: o que tem do outro lado? O que nos aguarda? Ele busca essas respostas da sua maneira, ou seja, da forma mais extremista possível. Por isso que ele é legal.

Sem contar que Foreman aparece e, apesar de elogiar as pessoas e bla bla bla, tá agindo IGUALZINHO ao House. Mas ele não é o House. Mas é bacana ver como, no fim do dia, ele quer ser como seu antigo chefe e não tinha percebido ainda.

Cameron, sempre serena, é aquela que mais percebe o que House está fazendo com os competidores, mas fica quietinha. Chase, por sua vez, cresceu mas não cresceu, querendo dar o troco naquele que o demitiu. Isso está ficando divertido porque agora cada um está em seu canto, sem restrições. São todos iguais.

Mas só House é o House.

SAMANTHA WHO? - 1x7 - The Hockey Date

O mais legal de Samantha Who? não é a Samantha atual, desmemoriada, tentando se reencontrar. O melhor é ela lembrando da antiga Samantha, a ruim, detestável.

Eu devo dizer que a cena da antiga Samantha sendo expulsa do estádio de hóquei. O legal é ver como a nova Samantha liderá com as consequências da antiga.

Como ela mesma diz, as vezes é muito bom ter amnésia. É ótimo.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

HEROES 2x11 - Powerless

E chegamos ao final do Volume 2, Generations.

Ao contrário do que agora afirmam os produtores da série, não era planejado terminar o Volume 2 agora. Porém, com a greve dos roteiristas, acharam melhor terminar esse arco do que deixar algo muito em aberto e o público acabar esquecendo (*cof Lost cof*).

Mas não adianta: tudo me pareceu muito corrido e raso para um final de Volume. A ameaça de Adam não ficou tão grande, até porque os heróis não agiram em conjunto, deixando um Peter vilanesco para o papinho de "eu confio em você, brodah", no melhor estilo do Volume 1.

Os produtores anunciaram três mortes, e eu esperava três mortes coerentes. No final, uma logo será superada, uma será terrível para a série se for confirmada (afinal é a mais bela ali) e uma só reforça o fato de que tudo foi muito mal apresentado e precisava de mais tempo de Volume.

De resto, diálogos coerentes, alguns personagens com seus caminhos bem definidos (Elle rules!) e todo aquele climão de final de temporada. Será o final da temporada?

GOSSIP GIRL 1x5 - Dare Devil

"Esse cara agora só vai comentar Gossip Girl?!?"

Não. Peço desculpas, mas é que preciso puxar informações de outros episódios que tenho visto.

Garotas possuem rituais tão bestas, não é? Não digo todas as garotas, não digo todos os rituais, mas as vezes é algo tão complexo e... fútil. E digo isso porque Blair, a boazinha-mazinha da série, decidiu fazer uma "festa do pijama" que envolve uma balada, bebidas, entre outras coisas. Ou seja, boa coisa não vai dar.

Enquanto isso, tem aquela velha questão do que você faria para se adequar a um grupo, e aqui devo fazer um pequeno relato pessoal.

Quando entrei na faculdade, eu já era desse jeito meio... Schias. Porém, eu entrei para uma turma onde todos curtiam ir pro bar, encher a cara - enfim, essas coisas de universitário. Mas eu não bebo, nunca fui de beber (exceto vinho). Eu poderia muito bem me submeter e começar a beber e tudo mais para fazer parte da turma, mas preferi continuar sendo do meu jeito.

Aqui entraria uma música típica da Disney para que eu diga que você deve ser quem você quer ser, mas nada é mais verdadeiro. Gossip Girl, de certa forma, mostra os dois lados desta moeda com a família Humphrey (escrevi certo?): o mocinho, Dan, é aquele que é como é, verdadeiro, e conquista seu espaço (e a loirona) por conta disso. A irmã dele, Jenny, já é a que se submete e se transforma completamente, e gosta disso.

Os contrapontos estão lançados. As metáforas e comparações estão aí. Gossip Girl cumpre, então, sua função de ser uma série teen que explora...o que é ser teen.

domingo, 2 de dezembro de 2007

HOUSE 4x2 - The Right Stuff

E começa a seleção para ser assistente do Dr. House, o médico mais sacana que poderia existir!

Como disse a Cuddy, House esqueceu como se conta até três, e reuniu cerca de 30 médicos para disputar 3 vagas. Com isso, surgem cenas como ele demitindo toda uma fileira.

É interessante porque temos diversas personalidades sendo trabalhadas, como a inglesa (alguém percebeu que ela é inglesa?) com medo de ser deportada e o mórmon que, bom, é mórmon. Além, é claro, da belíssima morena (que já fez OC), que é praticamente uma House mulher, bonita e mais nova.

Além disso, Wilson está cada vez mais "soltinho". Ele aprendeu como lidar com House da maneira certa, ainda mais quando o ranzinza tem "alucinações" com os sumidos Chase, Foreman e Cameron. Quando eles realmente aparecem, House mostra que se importa com os três. O que é legal.

ENQUETE #1 - Resultado

Qual série você quer ver por aqui?

Essa foi a pergunta lançada na primeira enquete do Fala Série, e surgiram alguns resultados surpreendentes. Outros nem tanto...

Com mais votos ficaram Arquivo X, Californication, ER, Gilmore Girls, Lost, Monk, Scrubs e Seinfeld. Destes, Californication só tem 1 temporada, e quase toda já coberta. Tenho alguns textos de ER a publicar, e estou preparando os de Lost e Monk.

Receberam votos 24 Horas, Alias, Angel, Bones, Buffy, CSI Miami, CSI NY, Everybody Hates Chris, Friends, Joey, Futurama, Simpsons, Medium, Painkiller Jane, Shark, The OC, The Wonder Years, Veronica Mars. 24 Horas, os CSIs, Simpsons, OC, Wonder Years e Veronica são os mais fáceis, já que já vi tudo. Os outros eu vou primeiro pesquisar e ver o que já perdi. Aguardem.

Ficaram sem votos: Bionic Woman, Boston Legal, Charmed, Cold Case, Flash Gordon, Gossip Girl, K-Ville, Lipstick Jungle e My So-Called Life. Gossip Girl já tem cobertura, e Charmed é um xodó que esqueço de pesquisar nome de episódio. My So-Called Life deve ganhar maratona (já que já vi tudo), e Lipstick Jungle ainda não estreou (hehe).

Agradeço pelos votos e peço que me cobrem sempre. São muitas séries, muita coisa boa e muita coisa ruim, e pretendo cobrir o máximo possível. E tudo isso eu tenho feito sozinho.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

GOSSIP GIRL 1x4 - Bad News, Blair

Uma coisa que pensei agora, vendo a abertura: Gossip Girl pode ter seu elenco todo trocado. Mantendo a narradora, a série continuaria.

Sacaram? A protagonista é a narradora. O resto pode mudar. Como, por exemplo, cair uma bomba atômica em Manhattan e rolar uma nova história no Arkansas.

E as duas mocinhas estão todas amiguinhas. Dá no saco. Um pouco. Mas é bom ver duas beldades reunidas, é sempre bom. Mas é engraçado como tudo que aconteceu foi meio que esquecido. Em menos de uma semana. Mas logo ficaram juntas e nosso amigo, o mocinho real, já começou a dançar, a ser deixado de lado. Torçamos por ele.

E citam a Alessandra Ambrosio!

GOSSIP GIRL 1x3 - Poison Ivy

Como é falado no começo do episódio, a pior coisa de quando você tem pais bem-sucedidos em mundo exigente é que os filhos também se saiam bem.

Nisso, nos Estados Unidos, existe uma pressão maior, por você ser avaliado por suas notas e atividades para universidades. Não sei se é melhor que vestibular. Talvez resolvesse algumas injustiças sociais.

Mas, claro, em Gossip Girl isso envolve intriguinhas e namoradinhos e tudo mais. Claro que a vilazinha Blair apelou, mas tudo indica que a série apelará um pouco pro lado barraco da coisa.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

HEROES 2x10 - Truth and Consequences

E a evolução é abacate!

Sabemos quem é Victoria Pratt! Aeeee! Resolvido a 3 minutos de episódio!

Engraçado que Heroes tem a péssima mania de recriar a última cena do episódio anterior, mas com algo diferente. Erros contínuos de continuidade.

Eu já disse que o Sylar é um gênio? Certo, só registrando novamente.

Interessante como essa greve dos roteiristas e a questão da audiência influenciaram bem a série, e ela melhorou consideravelmente. Sem contar que perceberam quem é o melhor "Xavier" da questão: Micah. Esse cuida da questão de seus poderes com naturalidade. E sabe também como melhor usar os poderes dos outros.

E o final do Volume 2 promete!

SMALLVILLE 7x4 - Cure

Quem diria, um episódio redondinho. Esse é o saldo deste episódio de Smallville.

Um vilão interessante e convincente, interpretado por Dean Cain, o Superman dos anos 90. Uma trama intrigante.

O roteiro não fica explicando tudo, e as coisas acontecem do nada. Primeiro é o Caçador de Marte entrando no Rancho Kent já tentando esganar a Kara. Depois é o Clark aparecendo do nada para a Chloe e ela já até está acostumada. Lex sendo vilão mas tendo outro vilão para cuidar. Até me senti lendo os gibis!

Curtis Knox, o personagem de Cain, promete muito, até porque os produtores já disseram que ele e o Bizarro voltarão. Agora a coisa tá ficando boa.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

GOSSIP GIRL 1x2 - The Wild Brunch

É engraçado como as vezes só a mocinha (ou mocinho) não saca algumas coisas. Demorou muito para Serena (Blake Lively, pesquisem por fotos) sacar que a melhor amiga, a Bruxa de Blair, virou inimiga. Tudo por um motivo beeeeeesta: uma dormiu com o namorado da outra, algo do tipo.

Enquanto isso, o mocinho (o verdadeiro, lembra?) ainda é legal, e encara as coisas mais do que encararia na vida real. Mas nada aí é muito real. Não pra mim. É tudo muito rico. Um "brunch" que substitui o café-da-manhã onde todos comem quitutes, peru e bebem suco? Às 11?

Interessante que, logo no segundo episódio, todas as bombas são jogadas em questão de minutos, acabando com o pouco status quo que havia. Bom isso. Foi um pouco estranho, mas é bom.

domingo, 25 de novembro de 2007

MONK 6x1 - Mr. Monk and Hig Biggest Fan

Como um ator pode ganhar, por vários anos seguidos, o mesmo prêmio? Quando ele é o melhor no que faz, incessantemente.

Esse é Tony Shalhoub, que interpreta o genial e problemático Adrian Monk, um detetive que perdeu a mulher com uma bomba no carro, e tem medo de sujeira, aranhas e leite.

Comecei a curtir Monk pela Record, que passa a série depois de CSI, nas noites de sexta. Com o advento da TV a cabo, passei a assistir no Universal Channel, onde começou agora a sexta temporada.

Pior que ser o Monk é ser fã do Monk, e ele mesmo percebe isso quando encontra sua maior fã, que até mesmo dá títulos para seus casos (por acaso são os mesmos títulos dos episódios! ahá!), além de escrever fanfics (fan fictions) dele. Como vocês devem imaginar, a fã do Monk é piradinha da cabeça, e por isso sofre para alguém acreditar nela quando tudo indica que seu cachorro está sendo incriminado.

As melhores sacadas (já que o caso é até bem rápido) são das citações a eventos anteriores, como quando Monk prende um astronauta. Genial.

Monk não perde o jeito, até porque deixa ele bem organizado.

PUSHING DAISIES 1x6 - Bitches

Muitas vezes vemos piadas em inglês que não ficam tão legais em português, certo? Agora foi o contrário.

O nome deste episódio, "Bitches", é uma gíria para vadia, cachorra, em inglês. Ou seja, algo depreciativo. O episódio lida com um homem que tem quatro esposas, todas agindo de forma suspeita, e cria cachorros - tendo uma cachorra incrível como resultado do cruzamento de quatro raças.

Quando o episódio passar no Brasil, o nome TEM de ser "Cachorras".

Além disso, cada vez dá mais pena de Ned. Assim como outros seres da televisão, como Adrian Monk, ele tem um dom que é uma maldição, e se vê atormentado por ela por conta de seu amor. Não tem como não torcer por ele, não se colocar em seu lugar, não ficar triste.

GOSSIP GIRL 1x1 - Pilot

Garotos e garotas interpretados por atores de mais de 20 anos. Tramas de gente com muito, muuuuito dinheiro e sem nada para fazer.

Seria The OC, se a narradora não fosse uma personagem que não aparece na série (afinal, Kristen Bell está em Heroes).

(A lateral de um ônibus tem anúncio de Smallville! Hahahahaha)

É dos mesmos produtores de OC, mesmos criadores de OC... Mas, basicamente, não é OC, uma série que eu adoro. Claro que a protagonista, cujo nome da atriz não sei o nome, é bonita, mas a trama parece meio rasa de início. É difícil dizer quando vou começar comparando com OC, mas o mocinho rico é muito mais vazio que o vilão (que eu achei meio bobo).

Vão precisar de mais que isso para construir personagens tão tridimensionais que dê saudades quando eles se forem.

A exceção à regra é o verdadeiro mocinho, o "pobre" (que não é pobre, até por estudar onde estuda). Esse sim é tridimensional, é bem feito (até mesmo para um piloto). Você torce por ele no meio de tanta sujeira verde.

Isso é Gossip Girl.

SAMANTHA WHO? - 1x6 - The Hypnotherapist

É difícil encontrar mais formas de elogiar Samantha Who? do que eu já fiz, mas é difícil também passar mais um episódio assim, a toa.

Samantha tenta descobrir sobre seu passado, e descobre - mas de uma maneira inusitada, com a ajuda de um hipnoterapeuta. Eu não preciso de um, ainda bem. Ela então percebe que todos mentem para ela, e que ela tem mais um vício além do álcool: o cigarro.

Fora isso, eu ainda acho a personagem da Jennifer Esposito muito inútil no meio da trama. Claro que precisamos de uma inútil, mas Todd, por exemplo, aparece pouco. É até engraçado não explorarem mais um "romance" entre Sam e Todd. Estão fugindo dos clichês, e isso é bom.

CSI 8x8 - You Kill Me

Na sétima temporada de CSI, o episódio "Lab Rats" é todo focado nos técnicos do laboratório: Archie, Wendy, Hodges... aquele pessoal que, na maioria das vezes, só vemos analisando alguma coisa.

Agora, graças a eles, temos um dos episódios mais divertidos da série.

Hodges propõe um jogo de detetive com Wendy, envolvendo mortes no laboratório. Com mais e mais pistas, mais e mais assassinatos, a trama cresce.

Enquanto isso, no "mundo real", todo mundo tenta falar com Grissom, que se fechou depois da saída de Sara.

O mais legal aqui é o fato das cenas serem narradas em "off" por Hodges e Wendy, ou até mesmo outros personagens falarem falas que seriam comentários dos dois.

Os casos do jogo são analisados por diversos CSIs: Warrick e Nick, Catherine e, depois, Greg. É divertido porque os atores são meras peças no jogo, até mesmo tentando ajudar nas pistas. Imagino como deve ter sido legal gravar.

Por fim, Grissom decide jogar com Hodges, e vemos até mesmo o chefe dos CSIs sorrindo! Claro, no jogo. Mas sempre é legal ver algo diferente.

Vale a pena, e garante altas risadas. Eu pelo menos não parei de rir ainda.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

LOST web1x3 - King of the Castle

O terceiro webisode de Lost se passa na 3a temporada, e temos Jack (Matthew Fox) e Ben (Michael Emerson). Sim, o líder dos Outros em ação!

Ben está na cadeira de rodas, depois que Jack o opera, e os dois jogam xadrez. E, claro, falam sobre o acordo que fizeram, em que Jack operaria Ben (e o fez), e Ben o tiraria da ilha com o submarino.

Ben diz que pretende honrar o acordo, mas não sabe o que vai acontecer. "Se a ilha não quiser que você saia, ela não deixará." Logo em seguida, Ben fala que, assim que Jack sair, vai querer voltar.

O Xeque-mate de Ben (no jogo) vem em seguida. Jack o observa.


Apesar de curta, a cena é muito simbólica. Vamos relembrar algumas coisas da 3a temporada?

Mr. Eko dizia que a ilha lhe enviava sinais. Seu cajado continua uma inscrição ("Olhe para o Norte - John 3, 5") que Locke seguiu ao pé da letra, até que chegou na Estação Flama, onde pegou a dinamite que usou para explodir o submarino em que Jack iria embora. Ou seja, Ben não o impediu, e a ilha "falou" com Locke.

A idéia de que Jack iria querer voltar lhe soou absurda, mas é o que acontece na cena retratada no futuro, onde vemos o médico desesperado para voltar, sabendo que tudo está errado.

Aguardemos as próximas "pistas"...

LOST web1x2 - The Adventures of Hurley and Frogurt

Continuando a comentar os webisodes de Lost que já saíram, temos este, protagonizado pelo simpático Hurley (Jorge Garcia).

Aqui, o episódio se passa na 2a temporada, quase no finalzinho. Hurley deixa a cabana de Rose e Bernard, onde foi pegar vinho (Dharma, claro). Um sobrevivente, que aparece pela primeira vez, o questiona, e ele diz que é para um encontro com Libby. O rapaz ainda o pressiona: "Se você vai ficar empatando, deixa o caminho livre para um homem de verdade cuidar dela."

Ou seja, que intenções boas as do rapaz.

Hurley não deixa por menos e fala do piquenique que fará com Libby naquela noite, e que ela foi buscar os cobertores. O outro rapaz ainda responde: "Ainda não acabou. Se não chegar nos finalmentes com Libby, será a vez do Neil aqui - agora e para sempre."

Isso, o nome do cara é Neil, e o apelido dele é Frogurt. Daí o título. Já haviam citado um sobrevivente que trabalhava com frozen yogurts. Daí o apelido. Mas Neil? Hmmm...

Neil era o nome que o personagem de Rodrigo Santoro teria na 3a temporada. Porém, os produtores mudaram de idéia, e ele virou Paulo. Então, reaproveitaram o nome com um cara que era gamado na loirinha. Alguém duvida que ele ainda aparecerá na série "oficial"?

Além disso, é quando Libby vai buscar os cobertores que ela é baleada por Michael, que tinha acabado de matar Ana-Lucia. Libby acaba morrendo em decorrência do ferimento.

LOST web1x1 - The Watch

"Web1"? O que é isso?

Recentemente começaram a "ir ao ar" os webisódios de Lost. Basicamente são episódios criados para celular, para serem comprados pelos usuários de uma certa operadora americana.

Claro que não demorou nada para jogar os episódios caírem na internet - e a ABC caçá-los.

São episódios curtos, mas que possuem importância na "mitologia" da série.

Esse primeiro, "The Watch", traz Jack (Matthew Fox) e Christian Shephard (John Terry). Jack está jogando pedrinhas no mar quando seu pai chega. Os dois falam sobre como o pai de Christian achou seu casamento um erro, e Christian dá um relógio a Jack, dizendo que este fez a escolha certa. E ainda diz "Se vocês tiverem um filho, tratem ele melhor do que fiz com você."

Com isso temos mais um ponto da relação pais e filhos da série. Que Christian e Jack não se davam nós já sabíamos, mas que Christian e seu pai também discordavam é uma novidade. Além disso, já sabemos o que aconteceu com o casamento de Jack e Sarah (o casamento seguiu a vaca e foi pro brejo).

O que tudo isso simboliza? Que Jack tenta consertar tudo ou que, na verdade, é impossível evitar certos ciclos?

HOUSE 4x1 - Alone

House é genial.

Dizer isso pode ter redundante, mas é que neste início de 4a temporada ele se superou.

Após a saída de toda a sua equipe, House ficou 2 semanas... tocando guitarra. Isso só muda quando Cuddy apresenta um caso de uma mulher em estado grave após o desabamento de um prédio, e quando um terrorista sequestra a guitarra.

Então surge o desafio: diagnosticar os diversos problemas da paciente sem equipe. Aí que a coisa caminha pras gargalhadas, quando House contrata um faxineiro, desafia o terrorista cometendo atos PIORES, e ainda faz com que Cuddy autorize tudo... porque ele acerta todas.

House barbariza, desafia, e se sai bem. E surgiram mais e mais motivos para gostar de um personagem tão ranzinza.

Agora é ver como ele vai escolher a equipe nova.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

HEROES 2x9 - Cautionary Tales

Adolescente é adolescente. Não importa quanto poder tenha. Isso Heroes sempre respeitou, e cada vez mais.

E o nome do Bob foi revelado! Robert Bishop! Não que ajude muito, mas enfim. Mas melhor que isso é o Matt aprimorando seus poderes. Confesso que ele é um dos que tem mais potencial para se tornar um vilão.

"Qual é o seu poder? Ser saco de pancada?" - A melhor da rodada.

Enquanto isso, Bennet é o melhor! Yatta pra ele! O cara faz um aliado de última hora e bola um "plano alternativo" ("colateral", como ele diz) de ultíssima hora. É meu ídolo!

Outro que raramente decpciona é o Hiro. Esse episódio foi emocionante (sem ser piegas), e Masi Oka e George Takei formam uma dupla em cena.

O final QUASE me deixou puto, mas só provou como a série voltou a andar nos eixos. Ainda bem.

HOUSE - em breve, a 4a temporada!

A partir de sexta-feira, no Fala Séries, a quarta temporada de House.

Não perca!