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domingo, 18 de abril de 2010

DESPERATE HOUSEWIVES 5X20 - Rose's Turn

Mais tramas sem acontecimentos significativos são pontuadas por esse Rose’s Turn, outro episódio bem positivo do quinto ano dentro das limitações dessa fase da série. Esse capítulo aborda um bom balanceamento de histórias – ou seja, funciona no drama e na comédia. O que mais marca aqui é que o mistério de Dave (Neal McDonough) vai mudar completamente de foco quando Susan (Teri Hatcher), sem querer, faz uma revelação. Rose’s Turn, assim como a quinta temporada, é óbvio e insosso, mas até que vivo para os padrões desses últimos capítulos.

Nota do episódio: 8.0

DESPERATE HOUSEWIVES 5X19 - Look Into Their Eyes and You See What They Know

Admiro bastante seriados que eliminam ou trazem grandes danos para seus personagens. Desperate Housewives teve coragem para matar uma personagem e subiu um pouco no meu conceito. Contudo, eu esperava mais desse Look Into Their Eyes and You See What They Know. O episódio foi bem esquemático e não fez nada além de mostrar flashbacks mostrando alguns momentos da falecida personagem. Pra completar, tudo isso em uma viagem com cinzas da pessoa que morreu. Se o capítulo serviu pra alguma coisa, foi apenas pra mostrar mais momentos de quem morreu, já que não foi necessariamente emocionante. O resultado foi óbvio, assim como praticamente toda a quinta temporada. Ainda que tenha certo sentimentalismo.

Nota do episódio: 8.0

DESPERATE HOUSEWIVES 5X18 - A Spark. To Pierce the Dark

De todos os mistérios que já rondaram Wisteria Lane, certamente o de Dave (Neal McDonough) é o pior de todos. Já foi revelado faz um bom tempo – o que, pra mim, foi um ponto negativo para a narrativa – e até agora não chegou em lugar nenhum. É pura enrolação que já nem deixa mais o espectador curioso em relação ao que está por vir. Mais uma vez as resoluções de Dave são adiadas, agora nesse episódio A Spark. To Pierce the Dark – com uma diferença: o tiro dele sai pela culatra e uma outra pessoa é que acaba sendo prejudicada. Entretanto, o episódio é pouco sobre isso e mais sobre as outras storylines, que nesse capítulo têm um bom ritmo e conseguem ser agradáveis na medida exata. Agora resta saber o que vão fazer com o Dave, já que é o único personagem que parece estar completamente sem rumo nessa história de mistério que já deu o que tinha que dar.

Nota do episódio: 8.0

DESPERATE HOUSEWIVES 5X17 - "The Story of Lucy and Jessie"

É fato que as histórias melhoraram bastante nesses últimos episódios de Desperate Housewives. Por mais que não cheguem nem aos pés dos momentos maravilhosos que o programa já teve, os capítulos são bem positivos. The Story of Lucy and Jessie traz situações bem interessantes, com tramas que chamam mais a atenção e que ficam longe da superficialidade presente no início do quinto ano. Achei esse episódio particularmente lento, como que se estivesse retardando algumas coisas que já deveriam estar sendo resolvidas. Mesmo assim resulta em uma boa passagem e que não desaponta.

Nota do episódio: 7.5

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

DESPERATE HOUSEWIVES 5X16 Crime Doesn't Pay

De vez em quando, é necessário avaliar um episódio no contexto de sua repectiva temporada. Por exemplo, essa quinta temporada de Desperate Housewives estava tão absurdamente sem vida, que episódios como esse Crime Doesn’t Pay terminam por ser ótimos se comparados aos outros tediosos capítulos que já foram exibidos. Contudo, em uma temporada ótima como a quarta, seria apenas uma passagem corriqueira. A quinta temporada continua sem histórias com potencial, mas ao menos parece que recuperou o bom senso e está conseguindo fazer bom proveito de suas storylines. Crime Doesn’t Pay não é nenhuma maravilha, mas dentro do contexto do quinto ano, é um episódio bem satisfatório. E o que anda acontecendo com o Orson (Kyle MacLachlan), hein?
Nota do episódio: 8.0

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

DESPERATE HOUSEWIVES 5X15 In a World Where the Kings are Employers

Parecia que Desperate Housewives já tinha se esquecido de fazer episódios comuns de boa qualidade. In a World Where the Kings are Employers vem para nos relembrar que a série ainda pode nos divertir com tramas corriqueiras. A trama desse episódio certamente é bobinha, especialmente porque tudo continua a mesma coisa – Lynette (Felicity Huffman) com problemas financeiros, Susan (Teri Hatcher) com ciúmes de seu filho com Katherine (Dana Delany), Bree (Marcia Cross) sempre dedicada ao trabalho e Gabrielle (Eva Longoria Parker) empenhada em conseguir cada vez mais dinheiro – mas aqui o roteiro foi conduzido de forma agradável e simples, produzindo um resultado positivo.
Nota do episódio: 8.o

DESPERATE HOUSEWIVES 5X14 Mama Spent Money When She Had None

Incrível como Desperate Housewives despencou de um excelente nível (The Best Thing That Ever Coul Have Happened, o capítulo anterior) para uma coisa tão medíocre como essa. Já é tradição da quinta temporada pegar uns assuntos aleatórios e inventar algumas situações envolvendo a temática. Esse episódio é sobre dinheiro e como ele afeta algumas relações. O problema é que praticamente tudo está errado em Mama Spent Money When She Had None. Pra começar, o roteiro é completamente perdido e atira pra todos os lados, nunca acertando em nada. Pior ainda é que o elenco tem momentos simplesmente constrangedores, especialmente Gaby (Eva Longoria) fazendo exercícios físicos com um militar israelense e Susan (Teri Hatcher) querendo roubar as pérolas que Katherine (Dana Delany) ganhou. Tudo muito pobre, sem vida, sem humor inteligente e que sustenta a minha opinião de que o quinto ano está em uma situação muito preocupante.
Nota do episódio: 5.5

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

DESPERATE HOUSEWIVES 5X13 The Best Thing That Ever Could Have Happened

Até então, o quinto ano de Desperate Housewives só tinha mostrado um episódio mais interessante em sua qualidade, City On Fire. O décimo terceiro capítulo, The Best Thing That Ever Could Have Happened é a melhor passagem emocional desde que se passaram (desnecessariamente) cinco anos nas vidas das donas-de-casa. A morte de um personagem vai trazer memórias muito afetuosas para cada uma delas e mostrar que, mesmo a mais passageira pessoa de suas vidas, deixa marca nos seus corações. De fato não acontece nada na trama da quinta temporada, porque o episódio é baseado só em flashbacks. Essa passagem, contudo, vem comprovar que a série ainda tem potencial, basta usar seu talento de forma correta. The Best Thing That Ever Could Have Happened é original e até mesmo emocionante.
Nota do episódio: 8.5

DESPERATE HOUSEWIVES 5X12 Connect! Connect!

Segue sem força e sem inspiração o quinto ano de Desperate Housewives. A série recém está na sua metade e até agora não disse ao que veio e isso é muito preocupante. O que incomoda é que a trama tem várias oportunidades de se dar bem – aqui em Connect! Connect!, por exemplo, temos um ótimo momento entre Lynnete (Felicity Huffman, ótima, mas que anda precisando sair um pouco da TV para trabalhar melhor seu talento) e sua mãe, assim como uma divertida e dramática conversa de Edie (Nicolette Sheridan) e Susan (Teri Hatcher). Estranhamente o episódio não é mediano nem decepcionante, tem um clima bem agradável. O problema é que o seriado é muito mais que isso. Desperate Housewives pode muito bem ir além do óbvio.
Nota do episódio: 7.5

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

DESPERATE HOUSEWIVES 5X11 Home is the Place

Joana Cassidy, a mãe da Brenda (Rachel Griffiths) em Six Feet Under, é mais um rosto conhecido que vem dar as caras em Desperate Housewives. E, mais uma vez, é uma aparição completamente desnecessária e que não traz nada de útil para a história., um completo desperdício. Assim como Frances Conroy (que parecia ser uma figura muito aproveitável para a história) e Lily Tomlin (que aparece gratuitamente, sem qualquer graça ou carisma). Home is the Place trabalha problemas dramáticos interessantes, mas “caseiros” demais – Bree (Marcia Cross) conhecendo a mãe de seu cunhado, Gabrielle (Eva Longoria Parker) tentando convencer o marido a aceitar um bom emprego e Susan (Teri Hatcher) questionando seu relacionamento são alguns exemplos. O episódio resulta como todos os outros desse quinto ano – comum e sem inspiração. O sinal vermelho para essa temporada já está piscando faz um bom tempo…
Nota do episódio: 7.0

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

DESPERATE HOUSEWIVES 5X10 A Vision's Just a Vision

Esse é um dos episódios mais inspirados da quinta temporada de Desperate Housewives. Eu, que ando reclamando até das narrações dos capítulos que eu gostava tanto, estou um pouco preocupado com o destino da série. A temporada ainda não mostrou ao que veio, mas ao menos A Vision’s Just a Vision tem conflitos cômicos interessantes e também dramáticos. A parte de comédia fica com o seu melhor na figura de Gabrielle (Eva Longoria, ótima) e a de drama com Lynette (Felicity Huffman). Mas também temos uma boa Bree (Marcia Cross) conhecendo o novo namorado de seu filho.
Nota do episódio: 8.0

DESPERATE HOUSEWIVES 5X09 Me and My Town

O grande problema dessa quinta temporada de Desperate Housewives é a falta de força. Os acontecimentos são interessantes, os personagens idem e o tratamento dramático satisfatório. Acontece que nada tem força, nada empolga e sempre fica a sensação de que tudo poderia ter sido mais interessante. É uma pena ver uma equipe tão boa desperdiçada em storylines totalmente banais, onde nem o principal mistério da temporada consegue chamar muita atenção. Assemelhando-se muito ao clima do terceiro ano do seriado (que considero o mais fraco), a quinta temporada anda precisando de maiores reviravoltas. Afinal, sabemos que Desperate Housewives é capaz de ir muito além do óbvio. Me and My Town é banal e não acrescente grandes coisas para o cotidiano das donas-de-casa de Wisteria Lane.
Nota do episódio: 7.0

DESPERATE HOUSEWIVES 5X08 City On Fire

A tragédia da quinta temporada acontece nesse oitavo episódio, City on Fire, que narra um incêndio ocorrido em um show de rock em Wisteria Lane. E, assim como na quarta temporada, não é a tragédia em si que importa, mas sim tudo o que está acontecendo em torno dela. Esse capítulo representa o primeiro grande momento dessa mediana temporada, que até então não tinha demonstrado um momento sequer de inspiração. Aqui tudo funciona direito, desde os protagonistas (destaque para Felicity Huffman) até as participações especiais (Frances Conroy, infelizmente em sua última aparição na temporada). City on Fire é um excelente episódio que mostra que, mesmo quando está em uma onda de banalidade, Desperate Housewives ainda pode ganhar novo gás para seguir em frente.
Nota do episódio: 8.5

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

DESPERATE HOUSEWIVES 5X07 What More Do I Need?

Já começa a ficar preocupante a situação de Desperate Housewives, cuja temporada até agora não demonstrou um pingo de personalidade e muito menos de originalidade. O quinto ano é basicamente uma reciclagem dos fatores que deram certo na série, só que em escala inferior. Se as protagonistas não chamam muito a atenção (com exceção de uma Felicity Huffman que tem a melhor storyline, mas isso não quer dizer muita coisa) e as coadjuvantes, que uma vez foram essenciais, não empolgam mais (Dana Delany preterida vergonhosamente), resta aos personagens salvarem o dia. Essa missão fica para a ótima Frances Conroy, que mostra ser uma estupenda atriz até mesmo quando faz comédia. É ela que faz com que What More Do I Need? tenha sua graça. Com uma ajudinha de Felicity, claro. Sem elas, teríamos um produto completamente descartável.
Nota do episódio: 7.0

DESPERATE HOUSEWIVES 5X06 There's Always a Woman

Frances Conroy, a excepcional atriz de Six Feet Under (e que, estranhamente, não se deu bem em seus projetos depois da série) é a nova atriz a se unir ao excelente elenco de Desperate Housewives. Parece que falta assunto nas tramas, já que também uma certa Lily Tomlin também começa a fazer parte da história. Essa necessidade de criar tantos personagens novos – além das duas atrizes, temos as inúmeras crianças em Wisteria Lane e donas-de-casa cheias de namorados – parece esconder o fato de que o seriado anda sem inspiração. O que é verdade, já que essa quinta temporada até agora não mostrou ao que veio. No entanto, There’s Always a Woman é um capítulo interessante, que começa a abrir portas que podem ser úteis para possíveis conflitos no futuro. O elenco, como sempre, é o ponto alto. Aqui, inclusive, vemos uma Dana Delany voltando à ativa com sua ótima Katherine Mayfair, que estava virando praticamente uma figurante mas que aqui demonstra seu lado cômico. Interessante também é ver um mal entendido se formando e que pode trazer sérias mudanças para o casamento de Lynette (Felicity Huffman). A quinta temporada está morna e com um vai-e-vem constante de qualidade, mas sorte que There’s Always a Woman faz parte do grupo positivo.
Nota do episódio: 8.0

DESPERATE HOUSEWIVES 5X05 Mirror, Mirror

Às vezes, Desperate Housewives resolve inventar e não tem um resultado muito positivo. Um exemplo disso é o que assistimos em Mirror, Mirror. Apostando em uma narrativa fragmentada, incluindo alguns flashbacks, o episódio narra o dia do aniversário de Karen McCluskey (Kathryn Joosten), onde a vizinhança faz uma festa surpresa para aniversariante. Mas a tensão vai reinar entre os personagens e uma armação contra McCluskey vai estragar o clima do evento. Os conflitos trabalhados são até interessantes, mas em momento algum Mirror, Mirror empolga. O ritmo é lento, as atuações previsíveis e falta originalidade. O ponto mais baixo da temporada até agora.

Nota do episódio: 6.0

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

DESPERATE HOUSEWIVES 5X04 Back in Business

Continua com um ritmo muito linear essa quinta temporada de Desperate Housewives. O quinto ano não tem situações muito originais, focalizando demais na vida das donas-de-casa com os seus filhos, especialmente Gabrielle (Eva Longoria) e Susan (Teri Hatcher). O mais interessante, então, é a narrativa de Bree (Marcia Cross, sempre excelente), que cada vez mais fica envolvida pelo sucesso e termina por se afastar de sua antiga vida. Back In Business é bem calmo e, assim como o capítulo anterior, não dá origens a conflitos que possam se tornar fixos na série. A história ainda não começou de fato e nós, espectadores, estamos esperando para que comece logo.
Nota do episódio: 7.5

DESPERATE HOUSEWIVES 5X03 Kids Ain't Like Everybody Else

Por enquanto, essa é a temporada mais “família” de Desperate Housewives. Agora que as crianças não são apenas bebês e o número de mães aumentou em Wisteria Lane, o seriado adotou um tom muito mais maternal. Kids Ain’t Like Everybody Else trata sobre o mundo das crianças (isso inclui também os próprios adultos com comportamentos infantis) e deixa de lado maiores acontecimentos. Então, praticamente nada de significativo aconteces nesse episódio, que nada mais é que um capítulo regular e sem grandes momentos. O destaque continua sendo Gabrielle (Eva Longoria Parker, que, desde a quarta temporada, melhorou significamente em sua storyline), a personagem que mais sofreu alterações nos cinco anos que se passaram na temporada anterior.
Nota do episódio: 7.5

DESPERATE HOUSEWIVES 5X02 We're So Happy You're So Happy

Se o começo da quinta temporada de Desperate Housewives pôde ser considerado interessante, esse We’re So Happy You’re So Happy pode ser definido como formulaico – utiliza os dramas apresentados no episódio anterior para construir seu roteiro e não muda muita coisa no clima do seriado. É uma passagem banal, que representa aquele velho jeito satisfatório de conseguir enrolar sem que o espectador perceba. Se existe algo a ser ressaltado é a atuação de Marcia Cross (a cena em que sua personagem, contrariada, faz carne assada para o marido é ótima) e as presenças de Eva Longoria Parker e Felicity Huffman. Decepcionante é ver a coadjuvante Dana Delany, que brilhou no ano anterior, virar uma figurante.
Nota do episódio: 7.5

DESPERATE HOUSEWIVES 5X01 You're Gonna Love Tomorrow

Uma temática bem produtiva é o passar do tempo. Quando cinco anos se passaram em Free, último capítulo da temporada anterior de Desperate Housewives, não nos deram detalhes do que realmente havia acontecido em Wisteria Lane. Essa é a função de You’re Gonna Love Tomorrow: explicar como as vidas das desperate housewives foram mudadas durante o tempo que passou. [SPOILERS] Bree (Marcia Cross) já não tem mais uma criança para cuidar e se tornou uma famosa cozinheira. Lynette (Felicity Huffman) tem cada vez mais dificuldades em controlar seus filhos - agora adolescentes inconsequentes. Gabrielle (Eva Longoria Parker) perdeu sua beleza e sua classe agora que tem filhas (e uma com problemas de obesidade). Susan (Teri Hatcher) ainda lida com o trauma de um acidente de carro que mudou a sua vida. Edie (Nicolette Sheridan) retorna depois de muito tempo longe, agora casada com um homem que carrega um segredo. [FIM DOS SPOILERS] Todas essas tramas apresentadas nesse episódio parecem perfeitamente aproveitáves, sugerindo mais uma ótima temporada de Desperate Housewives. Se tudo for desenvolvido da maneira correta, podemos comemorar mais um ano de sucesso do seriado. O passar do tempo fez bem para as donas-de-casa.
Nota do episódio: 8.0