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terça-feira, 19 de maio de 2009

DILBERT 2x17 - The Fact

Terminar de cobrir uma série boa é uma sensação esquisita. É ao mesmo tempo frustrante e realizador, a satisfação do trabalho bem feito se misturando à saudade antecipada da série que se encerrou.

Dilbert termina depois de apenas 30 episódios caprichados, tanto na qualidade da animação quanto na inteligência dos roteiros. A história final mostra Dogbert espalhando rumores sobre uma nova doença na Internet (e lembrando como era difícil inventar boatos antes), que afeta os funcionários de escritório.

Como as pessoas são ocupadas/ingênuas demais para pesquisar o que leem, não demora muito para que todo mundo comece a acreditar que sofre da tal doença. E o chefe de cabelo pontudo ainda sugere a criação de um produto para combater a ameaça inexistente, na tentativa de aproveitar a oportunidade...

Não demora para a "síndrome crônica da baia" virar mania nacional, e Dilbert é obrigado a criar uma cura para uma doença que não existe - e, depois, reverter o inevitável desastre de marketing. Com direito a um departamento de "distorção de estatísticas", idiotices da turma do marketing, estudos científicos sobre o stress de escritório e uma brilhante sátira aos best-sellers que todos compram mas ninguém lê (e seus produtos licenciados) temos um final digno dos melhores momentos da série. Obrigado, Scott Adams.

terça-feira, 12 de maio de 2009

DILBERT 2x16 - Ethics

Práticas antiéticas são uma infeliz constante no mundo dos negócios. E nem mesmo as ameaças de investigações federais conseguem detê-las, apenas disfarçá-las.

Enquanto Dilbert, Wally e os outros engenheiros tomam um cruso interno de ética, os verdadeiros anti-éticos - os executivos e políticos - se divertem armando uma sujeira atrás da outra.

Quando a companhia vence a concessão para criar um sistema de votação pela Internet (vence numa partida de golfe, detalhe), diversos grupos de lobistas decidem tentar chantagear Dilbert na esperança de manipular o sistema a seu favor. Isso inclui enviar-lhe dinheiro, presentes, belas mulheres...

As ofertas chegam ao ponto de deixar Dilbert na dúvida se vale a pena aceitá-las, o que leva nosso adorado lixeiro a trazer Benjamin Franklin para ajudar a esclarecer as coisas. Detalhe: o caixão do cara estava no caminhão de lixo. Vocês ficariam surpresos com o que as pessoas jogam fora...

Uma vez tendo o sistema pronto, Howard Voz de Trombeta organiza uma festa pré-votação. Mas peraí, vai todo mundo votar bêbado? Bom, ninguém entende política quando está sóbrio, então as coisas podem até melhorar...

terça-feira, 5 de maio de 2009

DILBERT 2x14 - The Delivery

Howard Voz de Trombeta dizendo "no episódio anterior..."? Adorei!

Continuando com a história da gravidez de Dilbert, a redução de gastos da companhia faz com que o protagonista tenha que vender sua história para os tablóides a fim de poder pagar o parto.

Isso leva Dilbert à central de criação de notícias, onde descobrimos o que é uma história-semente. E não é notícia até eles dizerem que é, ou o Jay Leno (dublado pelo próprio! Woohoo!) comentar em seu programa.

Engraçadíssimo ver o Dilbert virando uma celebridade, dando entrevistas para programas sensacionalistas e tudo o mais.

A coisa não demora para ficar tão absurda que todas as formas de vida com DNA envolvido na gestação de Dilbert começam uma batalha pela guarda da criança-alienígena-vaca-mutante, que é julgada por...Stone Cold Steve Austin, também dublado pelo próprio! Aliás, tenho certeza de que muita gente gostaria de fazer o que o Steve faz com o repórter.

Quando o bebê finalmente nasce - com Dogbert e Ratbert fazendo o parto - apenas uma solução é encontrada para conter o frenesi da mídia: mandar o bebê para...Krypton!

Descobrimos que o Catbert é viciado em erva de gato, o que explica MUITA coisa. E o lixeiro lê a revista Dominação do Mundo Mensal...alguém quer dar uma assinatura para este colunista?

terça-feira, 28 de abril de 2009

DILBERT 2x13 - Pregnancy

Dilbert envia uma sonda ao espaço para trazer DNA alienígena. Ainda que ativado acidentalmente por Ratbert, o experimento é um sucesso...bem, pelo menos até a parte de engravidar Dilbert com uma bizarra combinação de DNA de várias espécies.

Convencidos por Dogbert e pela mãe de Dilbert a deixarem a gravidez seguir adiante (até para ver o que vai acabar nascendo), os médicos injetam hormônios femininos em Dilbert , permitindo que a gravidez siga adiante. A partir daí, começa a graça de ver o geek supremo agindo como mulher., com direito a falar sem ligar se estão ouvindo, dirigir mal e perder seu proverbial amor pelas máquinas.

Após uma sessão de terapia com Catbert - que confirma sua teoria com um método no mínimo interessante - o problema fica claro. Descobrindo a verdade, Dilbert corre para um pronto-socorro e restaurante (!), onde os pacientes são atendidos enquanto jantam (!!).

um monte de gente em frente à Área 51 esperando pelo pouso de um OVNI, e ainda aprendemos que os alienígenas se chamam de "alienígenas" às vezes - apesar de não precisarem. E um vestido nada mais é do que uma camisa extralonga, para que ninguém perceba que você está sem calças.

E a história não acaba aqui...tudo continua no episódio seguinte, com o parto e duas participações especiais que só vou comentar quando chegar a hora.

terça-feira, 21 de abril de 2009

DILBERT 2x15 - The Return

Salvo pouquíssimas exceções, as empresas são ótimas para empurrar coisas para os consumidores - mas tenha um problema com qualquer produto, e você estará sozinho.

Dilbert passa por essa situação desagradável neste episódio, ao ter seu cartão de crédito clonado depois de fazer uma compra pela Internet. O produto chega errado, e uma odisséia começa para trocar o equipamento - a ponto de Dilbert começar a desconfiar que não existam humanos na empresa, já que ele só consegue ser atendido por computadores. (Como Dogbert bem diz, os computadores estão dominando o mundo. Logo, eles não vão mais precisar de nós.)

Sem conseguir fazer a troca por meios convencionais, Dilbert e companhia vão até a sede da empresa - onde são atendidos por um computador gigante, dubaldo pelo Jerry Seinfeld! Para conseguir seu novo micro, Dilbert terá que vencer este pretenso Pensador Profundo em três competições. Se perder, ele perderá o próprio cérebro...pra não falar na mancha na honra da humanidade.

E o pato azul aparece de novo, agora transformado em selo!

terça-feira, 14 de abril de 2009

DILBERT 2x12 - The Virtual Employee

Como se livrar dos equipamentos obsoletos? A empresa tem uma longa série de regras que dificultam essa simples tarefa, fazendo com que Dilbert e companhia decidam procurar pela lendária Baia Vazia para estocar seu tecnolixo.

Para espalhar que o segredo se espalhe e outros departamentos clamem pelo espaço vago, o grupo cria um empregado imaginário - Todd - que supostamente trabalha na tal baia. Claro que isso é seguido de uma longa série de histórias para explicar a constante ausência do tal Todd (nome parecidíssimo com God, por razões que ficarão claras no decorrer do episódio), que acaba se tornando chefe de todo mundo sem nem sequer existir.

Tendo tornado-se os próprios chefes, a equipe de engenheiros desfruta até Catbert colocar a existência de Todd em dúvida e ameaçar demitir Wally. O grupo decide, então, destruir a reputação do falso engenheiro, na esperança de conseguir a recontratação do amigo. Mas, como em todo bom desenho, o plano dá MUITO errado antes de começar a dar certo.

Engraçado ver várias referências a divindades, e quase NÃO VER Dogbert.

terça-feira, 31 de março de 2009

DILBERT 2x11 - Company Picnic

Jogos anuais entre setores da empresa são tradições mostradas em várias séries e filmes, e em Dilbert não poderia ser diferente. Entre churrascos de zebra e Asok, o interno, entrando em chamas numa reunião, a longa rivalidade entre a engenharia e o marketing da companhia, com o marketing ganhando de longe, é explorada.

A solução para vencer é a mesma de TODOS os outros episódios: chamar o Dogbert. Vá lá que as resoluções propostas pelo cachorro costumam ser insanamente engraçadas, mas fica repetitivo.

Enquanto isso, Juliette, uma linda ruiva recém-contratada pelo departamento de marketing deixa todos babando - especialmente Dilbert, para quem a gata dá um mole descarado. Entretanto, o romance de ambos tem um quê de Romeu e Julieta - até pelo nome da moça - com Dilbert tentando chegar à segunda base (2B, "two-bee") para poder paquerar.

Ainda temos um traficante de salsichas que passa mal ao provar a própria mercadoria, Wally descobrindo que seu nome é usado com conotações pejorativas e Dilbert num rrrrrridículo maiô de malhação.

terça-feira, 24 de março de 2009

DILBERT 2x10 - The Assistant

Um ex-colega de Dilbert demitido por incompetência revela estar fazendo muito sucesso em seu novo emprego, no qual ele recebeu uma fortuna em ações da empresa. Um encontro casual faz Dilbert pensar se foi uma boa opção continuar em seu atual emprego.

A notícia logo chega aos ouvidos do chefe de cabelo pontudo, provocando uma crise no refeitório secreto dos gerentes, onde uma sociedade secreta se reúne para decidir o destino do mundo.

Para tentar aplacar os possíveis pedidos de demissão, Dilbert é escolhido para ser promovido à gerência. ("Mas eu não fiz nada de errado!", comenta nosso herói.) Entre as teóricas vantagens do cargo, está ter um assistente - ainda que ele não faça nada, a não ser entrar numa bizarra disputa contra Asok, o interno, transformado em assistente de Alice.

Wally decide ir a uma entrevista numa empresa concorrente, onde é tratado como um deus. O problema é que lá ele vai ter que trabalhar...é, melhor ficar no seu emprego atual.

Encerrando, adorei a cena da Alice jogando Wally na máquina de xerox. Não serve pra nada no roteiro, mas mesmo assim é antológico.

terça-feira, 17 de março de 2009

DILBERT 2x9 - The Off-Site Meeting

Os excêntricos vizinhos de Dilbert - um típico casal inglês admirador da cultura africana, a ponto de ter um elefante de estimação - não deixam nosso protagonista dormir.

Em meio a essa situação surreal, uma sociedade neohippie processa a companhia por derrubar um grande número de árvores. Uma reunião entre os dois lados é marcada em território neutro...a casa do Dilbert.

Para diminuir as possibilidades de que os colegas de trabalho de seu humano de estimação fiquem com uma impressão negativa, Dogbert sugere algumas mudanças na decoração. Claro, não demora para que a intervenção dos vizinhos malucos transforme "algumas mudanças na decoração" na tumultuada construção de uma...casinha de elefante. E Alice ainda começa uma partida de paintball durante a reunião.

DILBERT 2x8 - The Merger

Dogbert descobre que negociar fusões de empresas dá dinheiro (e MUITO), e decide abrir um banco só para tais negociações.

Some-se a isso uma quantidade absurda de dinheiro nos cofres da empresa em que Dilbert trabalha, e...bem, já podemos adivinhar o que acontece.

Enquanto um grupo de aliens sugadores de cérebros prepara-se para se unir à companhia, Alice demonstra um medo irracional de "sinergia" - e com razão - e Wally vira segurança de Catbert. E Dilbert descobre que seus colegas de escritório são como uma grande família disfuncional, o que o motiva para tentar impedir a fusão iminente.

O mais bizarro, porém, é o "bar de fusões", em que acordos corporativos são negociados como se fosse uma paquera. E eu queria encerrar dizendo que eu não me arriscaria a fazer respiração boca-a-boca em Howard Voz de Trombeta.

DILBERT 2x7 - The Security Guard

Dilbert está de volta!

Depois de brigar com um guarda que não o deixa entrar na empresa sem crachá, Dilbert puxa a velha discussão "o que tem de tão difícil no seu trabalho?!" Ele e o guarda então apostam que Dilbert não aguenta um dia como segurança, ao que nosso herói replica que o guarda fanfarrão não sobreviveria como engenheiro.

Feita a aposta, Dilbert procura um bom treinamento de segurança na Internet. Acaba encontrando um curso de um dia dado por uma espécie de sensei, que promete ensinar seus alunos a matarem um homem usando apenas o dedão. (Não queiram forçá-los a fazer isso, acreditem.)

Nos dias antes da troca, Wally começa uma central de apostas na empresa que logo evolui para um cassino ilegal, bem no dia em que Dilbert assume suas funções de segurança - e um grupo de crianças visita a empresa.

Como resolver a bagunça em meia hora, antes que as mães das amáveis garotinhas voltem? É, Dilbert, a vida de segurança não é tão fácil assim...

E o chefe do Dilbert escova os dentes e raspa os pêlos das costas no carro. Nojentamente bizarro.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

DILBERT 2x6 - Hunger

Manja aquelas correntes que pipocam internet afora?

Uma dessas - no caso, a carta de suposta criança elboniana pedindo dinheiro - faz Dilbert pensar em resolver o problema da fome do mundo. Muito tempo de laboratório depois, o cara inventa uma mistura de DNA de vacas e tomates...e a faz retangular, para facilitar a estocagem.

Aí é que começa o problema. O departamento de marketing da empresa não gosta nem um pouco do produto, apesar dele ter todos os nutrientes necessários para sustentar um adulto. Na tentativa de viabilizar o lançamento, Dilbert é enviado para a Elbônia. Antes disso, porém, ele terá que passar por um inferno chamado "contabilidade"...e descobrir que os elbonianos resolveram o problema da fome aprendendo a comer lama.

Ainda temos um popstar que ficou rico às custas da caridade mundial, a versão elboniana de SOS Malibu e comida sendo usada como material de construção. E, acreditem, o Wally e a mãe do Dilbert salvam o dia.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

DILBERT 2x5 - Art

O conceito de arte e pinturas é só um grande esquema para ganhar dinheiro? Dilbert acredita que sim, até por não entender como é possível alguém gastar US$ 75 milhões num quadro de uma tigela de frutas para doá-lo a um museu. E os incontáveis significados ocultos que muita gente vê em pinturas repletas de retângulos e círculos, então? O que faz um quadro melhor ou pior do que outro?

Encarregado de produzir uma peça de arte, Dilbert fica perdido sobre como agradar a todos, afinal. Ele decide colocar tudo de que as pessoas gostam numa só pintura, e logo destrói o mercado mundial de arte. Isso não agrada muito ao imortal Leonardo da Vinci, que bola um plano para recriar a variedade artística.

Para um engenheiro especialista em números, Dilbert entendeu bem alguns dos conceitos básicos de arte. Não há critérios para definir qual pintura é melhor, porque não há uma pintura melhor: cada pessoa tem um gosto, e esse é um fator fundamental para a continuidade e variedade da arte. A arte é uma forma de expressar sentimentos e opiniões, não um concurso de popularidade entre pessoas mortas.

Já Dogbert prova que qualquer porcaria pode ser vendida como arte, criando uma loja que emoldura e oferece a altos preços...roupa suja. E não é que faz sucesso?!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

DILBERT 2x4 - The Dupey

Tudo começa numa lanchonete estilo McDonald's, na qual os clientes podem maltratar os empregados. Depois de encontrar Wally reclamando dos milkshakes da casa, Dilbert descobre que o restaurante oferece brindes extremamente populares...a despeito do fato de não existirem.

Voltando ao trabalho, o cara descobre que não só sua empresa é a responsável pelo anúncio dos tais brindes...como que ele será encarregado de criá-los. A única exigência do gerente é que eles sejam fofos (a fofura é uma arma poderosa, conforme Dogbert ensina a um grupo de bebês), e nosso engenheiro favorito consegue atendê-la com sobras.

Como toda coisa fofa em desenhos animados, os brinquedos criados por Dilbert vendem feito pipoca na porta do cinema. Só que aí entra o momento Gremlins do episódio, com as coisinhas fofas evoluindo "além da fofura" e se tornando superinteligentes. E, quando a falta de fofura faz a companhia decidir parar de produzí-las, Dilbert vai contra. Ele pede ajuda ao lixeiro, que solta uma frase genial: "que bichos você adota? que bichos você come? Vocês podem até ter razões para essa distinção...mas não são boas razões". Vale lembrar que Scott Adams, criador do Dilbert, é vegetariano - assim como este colunista, aliás.

Finalizando, uma rápida nota mental: NUNCA fiquem na frente de Howard Voz de Trombeta quando ele espirrar. Vão por mim.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

DILBERT 2x3 - The Shroud of Wally

De tanto ouvir mentiras de sua mãe, Dilbert decidiu não acreditar em nada que não tenha sido provado. Ao sofrer um acidente num posto de gasolina e ter uma experiência de quase-morte, o cara descobre desolado que o pós-vida é...uma baia de escritório.

Enquanto nosso protagonista tenta lidar com o fato de que não já céu ou inferno, ainda descobre que talvez não saiba no que acreditar. Esta sequência aproveita para zoar os videntes, as pessoas influenciáveis e a NASA.

A melhor explicação sobre fé é dada pelo Dogbert, quase no fim do episódio: quando acredita, você cria uma ilusão. Quando deixa de acreditar, você destrói a ilusão e destrói a si mesmo, porque você é parte da ilusão. Talvez nosso erro seja criar distinções, e vida e morte sejam parte da mesma ilusão.

Em meio a isso tudo, Wally inspira um culto religioso - composto em sua maioria por vendedores de marketing multinível, o tipo de pessoa mais sugestionável que existe...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

DILBERT 1x14 - Wally's Handbook

Sem perceber, Wally passou os últimos anos vivendo o sonho americano: receber salário para evitar o trabalho. Tanta gente deseja fazer a mesma coisa que a exploração deste mercado anima o ocioso-mor. Porque não ganhar dinheiro ensinando sua fórmula mágica aos empregados frustrados de todo o mundo?

Pois foi isso que ele fez!

O livro em que Wally ensina como vagabundear na empresa - e mesmo assim fazer sucesso - vende feito água, e logo tanta gente está fazendo hora nas mais variadas funções que a economia mundial simplesmente pára. Tentando evitar um colapso, Dilbert e Dogbert partem em busca de um monge cego e sem braços no Nepal, o único capaz de normalizar as coisas. Mas, claro, isso não vai ser feito exatamente do jeito óbvio...

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

DILBERT 2x2 - The Trial

Mais uma situação bizarra se desenha neste episódio. No caso, o gerente se envolve num acidente de trânsito que mata todos os vencedores do Prêmio Nobel e Dilbert, tonto por ter doado muito mais sangue do que o bom senso permite na campanha anual da empresa, é responsabilizado e preso.

Na cadeia, nosso herói cria uma versão carcerária da economia de mercado e vira sensação da imprensa, recebendo centenas de propostas de casamento pelo correio e finalmente dando orgulho à sua mãe. Se você acha isso absurdo, é porque eu ainda nem falei do fetiche de Alice por assassinos condenados...

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

DILBERT 2x1 - The Gift

Após uma brilhante primeira temporada, Dilbert está de volta para mais uma fornada de episódios. A série retorna com nosso engenheiro favorito tentando comprar um presente de aniversário para sua amada mamãe. De Dogbert a Asok, todos sugerem que ele vá ao shopping, mas isso traz de volta um trauma do passado com o qual Dilbert não está pronto para lidar: o sumiço de seu pai.

Esse assunto já havia sido comentado em um episódio anterior, mas agora vira centro da história. Isso é que jogar verde, hein?

Wally, Dogbert e Asok decidem ajudar o amigo a superar seu shopping-trauma, e entre se confundir com o mapa (quem NÃO se confunde com mapas de shopping, aliás?!) e encontrar uma tribo de nativos (!), o protagonista acaba reencontrando seu pai - que está há 30 anos num restaurante de frutos do mar estilo "Tudo que você conseguir comer", e não pretende sair de lá até estar satisfeito.

Duas coisas curiosas a se observar: o pai do Dilbert é dublado por Buck Henry, co-criador e principal roteirista do Agente 86, e a armação dos óculos do Wally fica mais larga nesta segunda temporada. (Zarquon do céu, olha só no que eu fui reparar...) E eu também quero um rádio-relógio da Sete de Nove, para poder acordar todo dia ao som da voz da própria!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

DILBERT 1x13 - Infomercial

E chegamos ao fim da temporada de estréia de Dilbert. O episódio começa com Dilbert e Dogbert num museu interativo cheio de atrações interessantes, como a prova de que aliens construíram as pirâmides e a supostamente desaparecida aviadora Amelia Earhart.

A temporada se encerra com tudo sendo preparado para o lançamento do GruntMaster 6000, produto inventado por Dilbert láááá no começo da série (lembra?). Além de um comercial estrelado por uma modelo linda e estúpida, uma família de caipiras recebe o protótipo do produto para testes. Desnecessário dizer que termina em desastre, certo? No caso, um buraco negro no meio do deserto.

E mesmo com o fim do Universo iminente, a imprensa só quer saber de escândalos sexuais. Algumas coisas nunca mudam...

Temos uma participação de Stephen Hawking , Wally fazendo pipoca na copiadora (!) e o gerente prevendo o futuro enquanto dorme. As previsões, aliás, inspiram até uma seita, ao melhor estilo iogue.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

DILBERT 1x12 - Holiday

No escritório, Dilbert é encarregado de prosseguir com a tradição idiota de mandar cartões assinados por todo mundo - e descobre que o próximo da lista é um velho desafeto. (Aliás, se me permitem, esse negócio de assinar cartões é um dos maiores desperdícios de tempo no trabalho.) Entre rusgas com o cara e os planos do chefe para as férias, Dilbert examina o calendário e constata que existem feriados demais, a maioria deles sem nenhum significado.

Tentando diminuir esse problema, Dogbert propõe ao Congresso a criação um feriado em sua homenagem - para ser mais específico, um feriado que reúne as tradições de todos os outros feriados. E não é que ele consegue?!

E assim, enquanto vê tudo à sua volta pronto para o Dia de Dogbert, Dilbert se pergunta para que servem todos esses feriados. Uma foto da família de Asok, o interno indiando que passa as festas no banheiro da empresa, o faz lembrar que, apesar de todo o aspecto comercial, feriados são essencialmente legais. A parte realmente importante deles, pelo menos.